Os artistas sergipanos querem Lula Livre e os estudantes também.

 
Ontem,
13 de agosto de 2018, um grupo de artistas sergipanos se somaram a milhares de outrxs da imensa terra brasilis, a favor da liberdade do
melhor presidente que este país já teve. 


Em função do pouco tempo
para a mobilização, não foi possível contar com uma grande quantidade
de público, embora a centena que esteve presente , formado por uma
maioria de jovens, se mostraram bem entusiasmados. 


Conversei
rapidamente com o companheiro Marcos Paulo, o Paulinho, responsável pela
produção geral do evento e ele me disse que, mesmo com a possibilidade
de não ter um grande público, o festival Lula Livre em Sergipe estava
sendo importante, porque em termos simbólicos, os artistas sergipanos
marcaram presença como parte da mobilização nacional de artistas e de
outros segmentos da sociedade que desejam eleições plenamente livres e
democráticas, o que não acontecerá, caso a prisão ilegal e imoral de
Lula seja mantida, além da impugnação de sua candidatura.


Por outro
lado, pensando sobre como podemos formar público ou plateia para os
artistas e para a arte sergipana, insisto mais uma vez na cantiga de
sempre. É preciso um esforço de parceria da Funcaju e Secretaria
Municipal de Educação, para que sejam realizadas ações com a presença
de artistas e mestres da cultura popular sergipana nas escolas. 

 
O
formato da Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola, me parece apropriado,
além de outras experiências realizadas por professores e/ou artistas,
como a Band’Auê, nos idos dos anos de 1980, Chico Queiroga e Antônio
Rogério e banda Maria Scombona, em anos posteriores.


Estamos com
disposição para colaborar na organização de um fórum cultura e educação,
objetivando conhecer as experiências citadas e outras, as quais possam
servir como inspiração e motivação para um projeto nas escolas. 



Sem a presença de artistas locais e mestres da cultura popular nas
escolas, incluindo as contemporâneas, como é o caso do Hip-Hop, não vejo
como sair dessa derrocada cultural e civilizacional que estamos
caminhando a passos largos. Fundamental para isso, compreensão da
importância, vontade politica e orçamento. Os dois primeiros me foram
confirmados por Cássio Murilo, atual presidente da Funcaju, em conversa
rápida durante a realização do fórum do forró no mês de junho.


Parabéns a todxs que participaram e que estiveram presentes na noite de ontem.


P.S.: A registrar o abraço carregado de boa energia que dei e recebi da
companheira Angela Melo, professora, sindicalista e pré candidata a
deputada federal pelo PT.

  

A apresentação musical do companheiro
Caducha. sindicalista, agente comunitário e artista, pré candidato a
deputado estadual pelo PT.

A companhia luxuosa da artesã e produtora
cultural Lucy Guerra e seus filhos, e a conversa meio longa e bastante
produtiva com o professor e pesquisador Jonatas Vasconcelos e outros
amigos do seu circulo, especializado na prática e estudos sobre saraus e
ocupações culturais em espaços públicos.

Zezito de Oliveira 



Play list – A arte de viver da arte    
sexta-feira, 1 de maio de 2015

 “A
arte e a cultura são potentes armas contra a alienação, a ignorância, a
barbárie. Há tempos muitos estão  na luta  com estas armas. Desse
jeito! Ocupemos mais as ruas, as praças, as escolas, as igrejas, os meios de
comunicação e as redes sociais. Com canções e artes de luta, de resistência, de
paz, de justiça.



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