Uma escola onde um grupo de alunos de uma turma tem interesse em
discutir a questão da maconha, em que alguns até fazem a defesa do seu
uso, onde uma outra tem um aluno bastante interessado na política, em
especial no funcionamento da câmara de vereadores, e que consegue
conquistar alguns colegas para o debate acerca do assunto e uma
terceira (pequena turma) composta por 80% de jovens e mulheres
adultas, que consegue discutir de forma aberta, a questão da ética no relacionamento afetivo-sexual, tratando de questões ligadas a traição,
separação , quantidade de parceiros e etc.
discutir a questão da maconha, em que alguns até fazem a defesa do seu
uso, onde uma outra tem um aluno bastante interessado na política, em
especial no funcionamento da câmara de vereadores, e que consegue
conquistar alguns colegas para o debate acerca do assunto e uma
terceira (pequena turma) composta por 80% de jovens e mulheres
adultas, que consegue discutir de forma aberta, a questão da ética no relacionamento afetivo-sexual, tratando de questões ligadas a traição,
separação , quantidade de parceiros e etc.
Uma escola que poderia
ter, não bases fechadas de conteúdos e de matérias, “disciplinas”, ou
conteúdos curriculares, mas parâmetros curriculares mínimos, sejam para
a base comum curricular, sejam para os temas transversais.
Uma
escola onde as turmas de alunos, juntamente com os professores poderiam
escolher os temas acima, álcool, maconha e etc.., a ação politica do
legislativo e sexualidade, como temas das aulas ordinárias e
extraordinárias. Questões que poderiam ser objeto da abordagem dos
diversos conteúdos curriculares , termo novo para a mesma estrutura das
velhas matérias ou “disciplinas”.
Um processo de mudança da velha
para a nova escola, que não precisa ser realizado com a retirada da
obrigatoriedade do ensino de História, Sociologia, Artes , Geografia,
Filosofia, como pretende a carcomida e velha direita golpista,
travestida de holística pós moderna.
Uma escola em que os defensores de uma educação progressista, não fique somente criticando as aberrações da direita e com um discurso
centrado tão somente nas grandes questões macro, mas que proponha mais
diretamente mudanças para a atual situação, onde História,
Sociologia, Artes , Geografia, Filosofia precisam ficar, mas não da
forma como estão sendo aplicadas.
Por professores e candidatos progressistas a cargos eletivos, que
busquem conhecer e aprender com a experiência pedagógica e politica das
ocupações de escolas e saraus, realizados por esse país afora,
iniciativas juvenis que apontam para a escola que precisamos.
Por um ambiente politico nos legislativos e nos executivos que busque a integração das politicas, programas e respectivos orçamentos da educação, cultura, assistência social, saúde, esporte, segurança e trabalho. Uma boa experiência, poder ser o que foi tentado com o programa Cultura nas Escolas e o programa Cultura Viva.
Zezito de Oliveira – educador e agente/produtor cultural.
A escola que queremos em imagens. Da escola que já é, mas que não cresce porque sufocada, podada, manietada.











