Conversas com quem cria ou produz arte e cultura na periferia.

Zezito de Oliveira educador e agente cultural.
publicações no facebook
19 de julho de 2018
Sobre o interesse da FUNCAJU em retomar a discussão do SIstema Municipal de Cultura
Aqui em Aracaju fui assessor parlamentar do vereador Magal da Pastoral
(PT), no periodo 2002 a 2006. Nesse interim, estava começando em
Brasilia o programa Cultura Viva, a mais importante politica pública
federal de apoio e fomento às iniciativas culturais de base
comunitária.
Aqui em Aracaju, conseguimos aprovar uma lei inspirada no PROGRAMA VAI , proposta semelhante ao Cultura Viva,
mas lançado em São Paulo, através da iniciativa parlamentar do
vereador Nabil Bonduk, um pouco antes do programa Cultura Viva ser
criado em âmbito federal.
A
questão é que a despeito da gestão na época ser do PT e desde então
termos uma sequência quase ininterrupta de governos petistas e
comunistas, salvo intervalo desastroso do DEM, essa lei nunca foi
aplicada. Isso atrapalhou e atrapalha sobremaneira, a mobilização dos
agentes culturais em prol de uma discussão sobre politicas públicas de
cultura em Aracaju.

Se a prefeitura quiser começar a fazer
isso, lançar um edital do PROGRAMA VAI ARACAJU, simultaneamente ao
lançamento da retomada das discussões sobre o Sistema Municipal de
Cultura, poderá obter um melhor êxito nessa nova mobilização.



 Será que agora VAI?

VAI – O empurrão que a produção cultural na periferia de Aracaju e na região metropolitana precisa

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Canções de protesto do Clube da Esquina
 Lembrando a força das canções de protesto, não tão aparentes, compostas
e/ou interpretadas por Milton Nascimento, neste momento em que
enfrentamos tão grave crise. Quando as ouvi pela primeira era adolescente e jovem e não fazia idéia do mundo que as geraram, em sua maioria. Algumas, ouvi já adulto, mas também já viviámos em tempos de
uma certa democracia.

Por mais canções de Milton Nascimento e outros
compositores nas escolas e em iniciativas culturais, onde possam ser
ouvidas, lidas e refletidas, considerando o contexto em que foram
produzidas e o contexto atual.

 18 de julho 

Coca-Cola.
Mac Donalds, farmácias, igrejas fundamentalistas, meios propagadores de
noticias tóxicas, consultórios de psicologia, agrotóxicos, academias de
ginástica. Por que crescem tanto? Por que são tão consumidos?



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1º SARAU MULTICULTURAL DA AÇÃO CULTURAL.
Lembrança do facebook
 Uma das mais interessantes iniciativas da qual participei. Mesmo que não
tenha tido continuidade. Nos remete ao compromisso que temos e tivemos
com o debate politico e existencial, mediado pela memória e pela arte e
sempre buscando o diálogo com os mais jovens. Uma ação possível por
conta de parcerias. Um projeto construído com alguns amigos (as) de
sonhos e lutas. Um detalhe importante, coincidiu com as manifestações de
junho, porque pensamos essa proposta junto com Narcizo Machado, um
pouco antes desse movimento irromper, o que demonstrava o quanto
estivemos e estamos antenados.

Leia aqui como foi:

quinta-feira, 25 de julho de 2013



Muito feliz com a realização do Sarau Multicultural ontem a noite (24/07) em Aracaju.

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“Entre o sonho e a realidade, somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter.”
Conectando Racionais MCs e Engenheiros do Hawaí, canções de um tempo
que volta a nos perseguir. Décadas perdidas de 1980 e 1990.








 “Entre o sonho e a realidade, somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter.”
Conectando Racionais MCs e Engenheiros do Hawaí, canções de um tempo
que volta a nos perseguir. Décadas perdidas de 1980 e 1990.







10 de julho “em
tempos de ditadura híbrida e pós verdade, a depender da bolha de internet, um fato
pode ser verdadeiro, falso ou parcialmente  um e outro.




 




 ONDE OUVIR BOA MÚSICA DE ONTEM E DE HOJE?
É incrível! Ouvindo a rádio Brasil Atual, percebemos que não é por
falta de boas canções que ouvimos tanta coisa ruím na maioria das
outras emissoras, em alguns casos até canções decadentes ou degradadas.

Assim como a crise da educação não é uma crise, é um projeto, como
disse o mestre Darcy Ribeiro, da mesma maneira, deixar as nossas boas
canções sem espaço para tocar, faz parte da estratégia que faz o Brasil
descer ladeira abaixo.

Como reação, ouçamos cada vez mais emissoras
como a Brasil Atual, são poucas, mas existem. Frequentemos os shows dos
novos e antigos artistas que tocam em profusão nas emissoras citadas,
organizemos plays lists para tocar em casa e em espaços coletivos, desde
que neste caso tenhamos um público muito ou relativamente com a mente
despoluída e etc.
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