Sarau Virtual Noites de São João, Noites de Junho

A primeira publicação desse post aconteceu em um domingo, 28 de junho de 2015. Desde então, em junho de 2016 e em junho de 2017, nova edição é realizada com atualizações  e pequenas modificações. Em 2019 resolvemos publicar a atualização em nova página. 

Sarau virtual noites de Junho, noite de São João. Edição 2019

Noite de São João – Fred Martins

NNoite de São João · Júnior Soares Festividade ℗ 2002


 

Alfredo Volpi nasceu na cidade de Lucca
(italia) em 14 de abril de 1896 e faleceu em São Paulo (Brasil) em 28 de
maio de 1988. Participou da segunda geração do modernismo. Fez um
grande sucesso pintando bandeirinhas de São João. 
Nos anos 50 seguiu o campo do abstracionismo.





“São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração!”

– Alberto Ribeiro, composição do início do século XX.
São lindas as festas populares que evocam os santos juninos, Antônio,
João e Pedro. Têm um sabor do Brasil rural, profundo, que tira da terra,
mesmo tão mal dividida, seus frutos mais preciosos.

O dia de São
João louva João Batista, o precursor, que denunciava os poderosos do seu
tempo (“Raça de víboras! Escribas e fariseus hipócritas”). Seu símbolo
maior é o da fogueira. Da chama que nos conduz, para o amor, a dois, à Justiça, ao calor da luta por um mundo melhor.
Viva São João!!!

 Chico Alencar Professor de História, Escritor e Deputado Federal  (Psol -RJ)


A
seleção musical desse post,  vai do tradicional ao contemporâneo, a exceção das
músicas que dizem se referir a este ciclo, mas com uma acentuada marca
de apelo sexual e palavrões, com pouca diferença para quem as ouve em
qualquer época, local ou condição.
 

As músicas
da banda Cavalo de Pau e outras do chamado forró eletrônico, sinalizam o inicio desse momento, meados da
década de 1980 para cá,  marcado por um distanciamento dos aspectos da
crônica do cotidiano ou da crônica histórico-cultural,  como fazem as
canções de  Gonzaga e de outros compositores afins. 
 

Desde
então, uma grande quantidade de canções  consumidas por um grande
público, sobretudo ligados as faixas etárias mais jovens,   passam a
tratar  quase exclusivamente,  de temas mais românticos e no caso destas
primeiras, do Cavalo de Pau, Mastruz com Leite e etc., com uma dose de lirismo e ternura,  até pueril,
com menos intensidade nestes tempos que correm, quando conhecer uma
pessoa e ir para a cama, pode acontecer em um flash de tempo. 
 

Certamente
por este inicio de século XXI, ser um tempo de pouco lirismo e ternura
nestas questões do amor de eros, ou 
tempos de “amores liquidos”
na feliz  expressão cunhada pelo sociólogo polonês, Zygmunt Bauman. 
 

Quem descreveu muito bem em forma de canção, foi o genial  Gilberto
Gil. “A pegadora e o livre atirador “


 Há canções
nesta seleção , somente para ouvir, outras para ouvir e dançar, Já
outras não tem muito coisa em comum com o ciclo junino,  mas fazem
citação de forma indireta a respeito de questões que tem a ver com estas
de noites de São João, tempos de aflorar desejos e paixões. Pela
qualidade merecem ser ouvidas. É o caso de Flor da Idade, de Chico Buarque  e Último
Desejo de Noel Rosa.
 

Outras
sugestões são sempre bem vindas e poderão ser acrescentadas, é só fazer o
envio através dos comentários no blog, no face ou pelo twitter.
 

A proposta
do Sarau virtual  é bom que seja também  presencial. A  sugestão
indicada tanto na forma virtual, como presencial  pode ser replicada 
por meios de veículos de comunicação, escolas, grupos/coletivos culturais ou sociais, orgãos públicos e
etc. 
 

O coletivo
Ação Cultural, em parceria com outros coletivos, individuos e 
organizações,  bem que pode realizar algo assim no ano de 2016,
incluindo (3) videos, quadrilha improvisada e roda de danças circulares temática.
 

É bom para
quem neste  mês de junho, tem se manifestado com relação a decadência
da programação dos festejos juninos, notadamente no caso do Forró Caju,  em Aracaju, o qual cada vez mais incorpora o padrão empresarial, o que também se repete na maioria das atuais  “festas do
interior “. 
 

Sobre a
perda da poesia, do sentido brincante e comunitário,   das noites de São
João ou dos festejos juninos,  é surpreendente  o mestre Luis Gonzaga
no idos da década de 1950  já afirmar isso,  por meio de algumas canções
como algumas das que constam nesta seleção.
 

Consequência
da urbanização acelerada e desordenada que acontece no Brasil desde a
década de 1950, aliada aos aspectos negativos da concentração dos meios
de produção e difusão cultural, nas mãos de grandes  grupos econômicos
aliados a grupos politicos da direita oligárquica. O nordeste, um dos
locais de resistência da tradição cultural do ciclo junino passa  também
a sentir um maior impacto negativo, com o o atual ciclo de
desenvolvimento e globalização por que vem passando a região. 
 

Um grande
paradoxo! Como se verifica no Brasil há muitos anos, em que tradição
cultural e desenvolvimento econômico e tecnológico  não conseguem
caminhar muito bem, como bem nos mostra o filme bye bye Brasil.
 


  No ano de 2016 a primeira realização de um Sarau presencial, inspirado em algumas indicações desse post e principalmente no projeto Caravana Luiz Gonzaga Vai à Escola.

 COLÉGIO SERGIPANO MOSTRA COMO É POSSIVEL CONHECER O NORDESTE ATRAVÉS DO CANCIONEIRO DE LUIZ GONZAGA.



 
Zezito de Oliveira – Educador, pesquisador e produtor cultural.











LEMBRANÇAS DOS TEMPOS DO SÃO JOÃO ANTIGO NA OBRA DE LUIZ GONZAGA


 São João Antigo



Já faz algum tempo, estamos sendo bombardeados por uma infinidade de
músicas, se é que podemos assim chamá-las, que a cada ano surgem neste
período que antecede as festividades juninas. Na sua quase totalidade,
são músicas apelativas, com letras insinuantes e de duplo sentido,
totalmente descompromissadas com o verdadeiro espírito da festa de São
João. São músicas que em nada retratam os costumes ou a cultura do nosso
povo, mas tão -somente visam à lucratividade. Ao que me parece, um
objetivo já alcançado, haja vista o crescente número de cantores e
adeptos deste gênero. Por serem músicas passageiras, de breve duração,
podemos até classificá–las como mais um artigo de consumo para uma
determinada faixa da população. Como não apresentam qualquer sustentação
poética, estas músicas não conseguem resistir à ação demolidora do
tempo, residindo neste fato a grande diferença entre estas e aquelas
músicas mais antigas.
Dificilmente encontramos hoje músicas que cantem o São João na sua forma
mais autêntica, como ainda é festejado no interior. O São João de
quadrilhas e brincadeiras ao redor da fogueira, com balões e foguetões,
onde as pessoas fazem pedidos a São João e se divertem com as
adivinhações. O São João de fartura, com milho verde, canjica,
pé-de–moleque, licor e aluá.
As marchinhas, os forrós baiões com motivação junina são hoje raríssimas
exceções. Os atuais cantores da música nordestina parecem
desinteressados na preservação deste estilo ou encontram-se já
corrompidos pela lucratividade que o pornoforró lhes proporciona.
Naturalmente que há exceções ao que foi exposto acima como exemplos,
podemos citar os sanfoneiros Dominguinhos e Luiz Gonzaga, dois
pernambucanos de fibra e que sempre souberam se manter fiéis ao
compromisso de cantar os valores e a cultura da terra nordestina.
Diante deste quadro, nos parece muito confortante o fato de ainda
podermos ouvir músicas que são verdadeiros clássicos da música junina.
São obras que não envelheceram, não obstante tenham sido gravadas há
quase 40 anos, e que ainda continuam trazendo alegrias e recordações até
mesmo para o público mais jovem. Se não ouvimos com mais freqüência
estas músicas, é porque os esquemas de divulgação não permitem. Quem não
conhece, por exemplo, São João na Roça (A fogueira tá queimando/em
homenagem a São João/ O forro já começô ô…), marchinha junina composta
por Luiz Gonzaga em parceria com o poeta pernambucano Zé Dantas, em
1952, e cantada até os dias de hoje; Noites Brasileiras (Ai que saudade
que eu sinto/das noites de São João/das noites tão brasileiras, das
fogueiras/sob o luar do sertão…), também de autoria de Zé Dantas e
Luiz Gonzaga, gravada pela primeira vez em 1954; São João antigo (Era
festa de alegria/São João/ tinha tanta poesia/São João/tinha mais
animação…), outra marcha junina composta por Zé Dantas e Luiz Gonzaga
no ano de 1957; São João no Arraiá (Ô Iaiá vem vê/Ô Iaiá vem cá/vem vê
coisa bonita/São João no arraiá ..), composição de Zé Dantas gravada por
Luiz Gonzaga em 1960; Olha pro Céu (Olha pro céu meu amor/vê como ele
está lindo/ olha pra aquele balão multicor…), de José Fernandes e Luiz
Gonzaga, gravada em 1951.
Estes são apenas alguns exemplos de músicas juninas que se transformaram
em imortais sucessos e que, indiferentes à ação do tempo, continuam
vivas ainda hoje. Com isso, vemos que a música que tem base poética, de
único sentido e voltada para os valores da terra, não tem vida limitada.
Para ela, sempre haverá espaço.
Observamos hoje, com tristeza, que a descaracterização do São João não
está apenas na música, mas, também, na maneira como vem sendo
comemorado. O que se vê hoje nas grandes cidades não passa de uma
grosseira imitação.
É necessário que haja uma conscientização ainda maior no sentido de
preservar esta que é uma das nossas mais tradicionais festas populares.
Por tudo isso é que procuro refúgio no intetior, seguindo o conselho de
Zé Dantas e Luiz Gonzaga.em São João Antigo, para ter a certeza de que
não mudei, nem tão pouco o São João. Quem mudou foi a cidade.

SÃO JOÃO ANTIGO – (Zé Dantas & Luiz Gonzaga), 1957

Era festa da alegria
São João
tinha tanta poesia
São João
tinha mais animação
mais amor, mais emoção
eu não sei se eu mudei
ou mudou o São João

Vou passar o mês de junho
nas ribeiras do sertão
onde dizem que a fogueira
ainda aquece o coração
pra dizer com alegria
mas, morrendo de saudade
não mudei, nem São João
quem mudou foi a cidade

SÃO JOÃO NO ARRAIÁ – (Zé Dantas), 1960

Ô Iaiá vem vê
ô Iaiá vem cá
vem vê coisa bonita
São João no arraiá

Vem vê quanta fogueira
no terreiro embandeirado.
foguetes e balões
sob o céu todo estrelado
namoro à moda antiga
com suspiros ao luar
vem vê coisa bonita
São João no arraiá

Cachaça em Pernambuco
renda só no Ceará
café só em São Paulo
açaí só no Pará
no clube o ano novo
bom na rua é carnavá
natá só presta em casa
São João no arraiá.

SÃO JOÃO NA ROÇA – (Zé Dantas & Luiz Gonzaga), 1952

A fogueira tá queimando
em homenagem a São João
o forró já começô ô
vamo gente
rapá pé nesse salão
dança Joaquim com Zabé
Luiz com Yayá
dança Janjão com Raqué
e eu com Sinhá
traz a cachaça Mané
eu quero vê
quero vê paia avuá.

OLHA PRO CÉU – (José Fernandes & Luiz Gonzaga), 1951

Olha pro céu, meu amor
vê como ele está lindo
olha pra aquele balão multicor
como no céu vai sumindo
foi numa noite, igual a esta
que tu me deste o coração
o céu estava, assim em festa
porque era noite de São João
havia balão no ar
xote, baião no salão
e no terreiro o teu olhar
que incendiou meu coração.

Marcos Barreto de Melo

Salvador, junho de 2003

 fonte: http://www.revivendomusicas.com.br/reportagens.asp?id=81





Quem já passou o dia 24 de junho em outros locais que não seja o nordeste do Brasil, conseguirá entender muito bem o “espirito” da saudade expresso através dessa canção. Quem nunca passou pode imaginar como deva ser.





  
 

Clássicos do ciclo junino em Sergipe















SELEÇÃO DE PRIMEIROS SUCESSOS DO “FORRÓ ELETRÔNICO”.










A mesma música acima na versão original em estúdio.






https://www.youtube.com/watch?v=rNRN3Rkh9WM

dor de saudade – banda styllus – 1994


A música acima é para quem já tem um xodó. A música abaixo é para quem está a procura..


 

Conheça o Projeto São João Literário

As memórias de Festas Juninas presentes na literatura
18. 06. 2013

Literatura

-Fonte:  http://www.saraivaconteudo.com.br/Materias/Post/51909

Por Maria Fernanda Moraes 






Dizem que um escritor alcança a universalidade quando consegue
vincular seus regionalismos, modos populares específicos de certos
lugares, circunstâncias biográficas e lembranças da infância e, ao mesmo
tempo, dar a eles um caráter universalizante.
    

Não é à toa que um dos nossos festejos populares mais famosos, a Festa
Junina, figura nos enredos de grandes escritores e ocupa perfeitamente
essa lacuna da universalidade. Isso porque, apesar de já ser conhecida e
arraigada na tradição brasileira, a Festa Junina tem origem nas antigas
celebrações pagãs de povos da Ásia e Europa. Foi trazida ao Brasil
pelos portugueses e adaptada à nossa cultura, que passou a celebrar
Santo Antônio, São João e São Pedro.



Assim, é comum que todos tenham alguma lembrança dessa festividade:
das músicas, das comidas, das brincadeiras, enfim, de qualquer uma
dessas tradições que se tornam pratos cheios para os escritores. O
crítico literário Davi Arrigucci Jr. vai mais fundo e diz que a presença
dessas lembranças das festas juninas na literatura são fortes por serem
“imagens que fazem parte de uma matéria extremamente pessoal e íntima,
mas ao mesmo tempo também histórica, dependente de um desígnio
programático bastante acentuado, no sentido da recuperação do passado
histórico e da tradição popular, como uma forma de tomada de consciência
da realidade brasileira em todas as suas dimensões”.  



Para ilustrar, separamos alguns versos de escritores que trazem a temática em suas obras ou fazem referência a essa tradição:



 MANUEL BANDEIRA



O poema “Profundamente”, do livro Estrela da Vida Inteira, narra
explicitamente as lembranças do poeta numa noite de São João. Além do
saudosismo da infância, a composição já apresenta os ideais modernistas
de Bandeira.

“Quando ontem adormeci

Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de Bengala
Vozes, cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas (…)”



Já o poema “Na Rua do Sabão”, publicado na década de 1920, no livro
Ritmo Dissoluto, fala do tradicional balão. Não é exatamente a imagem
explícita da festa junina, mas sim a metonímia dela. A partir de um
refrão popular, de domínio público, que se repete ao longo do poema,
Bandeira leva os leitores à Rua do Sabão e reaviva nessa memória
coletiva uma das recordações mais vivas da infância.



“Cai cai balão

Cai cai balão
Na Rua do Sabão!



O que me custou arranjar aquele balãozinho de papel!

Quem fez foi o filho da lavadeira.
Um que trabalha na composição do jornal e tosse muito.
Comprou o papel de seda, cortou-o com amor, compôs
os gomos oblongos…
Depois ajustou o morrão de pez ao bocal de arame (…)”

CYRO DOS ANJOS



O escritor, que vem de uma tradição junina forte nas Minas Gerais,
também apresenta uma grande referência à festa em um capítulo de seu
livro O Amanuense Belmiro. Extremamente lírico, o capítulo “Um São João
que vai longe” traz o sujeito adulto se lembrando dessa festa que marcou
tanto a memória do interior do Brasil:

“Quando vi a fogueira, passei ao largo, com medo de que os meninos
me atirassem bombinhas. Mas, mesmo de longe, pude apreciar esse São
Joãoalegre e buliçoso, cheio de balões e de vozes gratas da
infância.Apesar da literatura que se faz pelo Natal e pelo São João,
esses dias continuam inundados de uma poesia própria, que resiste a
todas as agressões dos principiantes das letras. Permanecem com sua
força evocativa e voltam com aquela pontualidade inexorável para vir
lembrar-nos que estamos envelhecendo irremediavelmente.”
    
GRACILIANO RAMOS



O escritor nascido em Alagoas traz para sua literatura reminiscências
das festas juninas mais tradicionais do país, no sertão nordestino. Em
São Bernardo, um de seus romances mais conhecidos, que narra a ascensão
do latifundiário Paulo Honório, Graciliano descreve no capítulo 7 uma
festa junina:

“Nas noites de São João, uma fogueira enorme iluminava a casa de
seu Ribeiro. Havia fogueiras diante das outras casas, mas a fogueira do
major tinha muitas carradas de lenha. As moças e os rapazes andavam em
redor dela, de braço dado. Assava-se milho verde nas brasas e davam-se
tiros medonhos de bacamarte. O major possuía um bacamarte, mas o
bacamarte só desenferrujava nos festejos de São João.”


CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE



 Vale ainda lembrar que um dos poemas mais famosos de Drummond –
“Quadrilha” – leva o nome da típica dança realizada nos festejos
juninos. Apesar de o enredo do poema não explicitar a temática, o ritmo
segue o mesmo dessa tradição junina, possibilitando uma analogia com a
troca de pares que acontece em dado momento da quadrilha:

“João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.”



ALBERTO CAEIRO



E, por último, mas não menos importante, uma menção honrosa aos
portugueses, que trouxeram a tradição da festa junina ao Brasil. O poema
“Noite de São João”, de Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando
Pessoa:



“Noite de São João para além do muro do meu quintal.

Do lado de cá, eu sem noite de São João.
Porque há São João onde o festejam.
Para mim há uma sombra de luz de fogueiras na noite,
Um ruído de gargalhadas, os baques dos saltos.
E um grito casual de quem não sabe que eu existo.”




  Um presente, para quem chegou até aqui..

  Uma sugestão que chega em maio de  2016 para ampliar a playlist. Mais sugestões serão colocadas abaixo.


 

Acima, uma sugestão que chega neste ano de 2017.
“Vamos beber que amar tá difícil? Amor líquido: forró, anestesia e saudade de Dominguinhos a Safadão.”
Aldo Rezende de Melo
Psicólogo
O que chega em 2018

 


 


 

 

Sugestão para quem chega neste junho  de  2023.




Leia também:

domingo, 13 de dezembro de 2015




PLAY LIST – LUIZ GONZAGA COMO NASCENTE E COMO UM RIO PARA A CULTURA BRASILEIRA

Festa junina na escola e qualidade na educação


 domingo, 14 de dezembro de 2014


 Gonzagão no dia do seu aniversário de nascimento. Pense neu…..


 Play list – Gonzaga misturado com a música clássica


 segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Play list – O canto jovem de Luiz Gonzaga










 

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