Muito
bem formulada e pró ativa a fala do componente do grupo Oiteiros na
tarde de ontem no encontro com Antônio Grassi e Eloisa Galdino no museu
da gente sergipana. O assunto abordado foi a necessidade de uma atenção
especial da SECOM, FUNDAÇÃO APERIPÊ e
SECULT com a relação as ações de comunicação para expandir o trabalho
dos grupos e entidades apoiados através das politicas de cultura
governamentais . A este propósito, já enviei sugestão por meio da
ouvidoria do governo de Sergipe e até o momento aguardo resposta da
Fundação Aperipê e da Secult. Caso as nossas opiniões sejam
consideradas, ganharemos todos, grupos ou entidades culturais ,
sociedade e governo. É dificil os gestores compreenderem isto?
bem formulada e pró ativa a fala do componente do grupo Oiteiros na
tarde de ontem no encontro com Antônio Grassi e Eloisa Galdino no museu
da gente sergipana. O assunto abordado foi a necessidade de uma atenção
especial da SECOM, FUNDAÇÃO APERIPÊ e
SECULT com a relação as ações de comunicação para expandir o trabalho
dos grupos e entidades apoiados através das politicas de cultura
governamentais . A este propósito, já enviei sugestão por meio da
ouvidoria do governo de Sergipe e até o momento aguardo resposta da
Fundação Aperipê e da Secult. Caso as nossas opiniões sejam
consideradas, ganharemos todos, grupos ou entidades culturais ,
sociedade e governo. É dificil os gestores compreenderem isto?
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Encontro de Estudantes de Comunicação em Alagoas, 2006
Zezito de Oliveira · Aracaju, SE
24/4/2007
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Depois de alguns anos ouvindo e tendo ficado cansado do
rádio-jornalismo produzido em Sergipe, sugeri a companheiros
radialistas e jornalistas que buscassem elaborar uma pauta que não
ficasse vinculada somente aos temas que as grandes redes nacionais
elegeram como prioridade.
rádio-jornalismo produzido em Sergipe, sugeri a companheiros
radialistas e jornalistas que buscassem elaborar uma pauta que não
ficasse vinculada somente aos temas que as grandes redes nacionais
elegeram como prioridade.
Pois como sabemos, nem sempre as prioridades da Veja, Globo,SBT, Folha de São Paulo,
Estado de São Paulo, entre outros, são de fato representativas dos
interesses da maioria da população. Na verdade, estão em função dos
vínculos econômicos/corporativos que ligam essas empresas de comunicação
a grandes grupos nacionais e internacionais articulados com outros
ramos da economia e a certos esquemas de dominação e exclusão, como é o
caso de brancos racistas da África do Sul, que detêm o controle
acionário da revista VEJA, conforme denúncia divulgada através da Rede
Bandeirantes e em outros veículos de comunicação.
