Disputando mentes e corações. O problema principal do Brasil é a corrupção ou é os poderes politicos (parlamentos, executivos e judiciário) controlados pelo poder econômico (empresas capitalistas)?

Na primeira reunião da articulação de
animadores de círculos bíblicos em Aracaju, a campanha do plebiscito pela reforma
politica foi aprovada como gesto concreto em 2014.


Penso que o fundamental é falar para além das mentes e corações das gentes que participam das organizações de esquerda.

Falar neste caso, com linguagens diferentes e/ou mais contemporâneas,
como as linguagens artisticas ou da comunicação digital. Falar menos com
os discursos em tom professoral e para marcar posição de grupos
corporativos ou partidários, por isso se estendendo por um tempo
demasiado longo e cansando os antigos militantes ou os novos ativistas.

Falar também com ações não tão demasiado politicas como passeios de
bicicletas, saraus, concurso de pipas, concurso de grafites temáticos,
concurso de filmes de celulares, relacionados ao tema, exposição de
vídeo em data show, acompanhado de apresentações artísticas em escolas,
praças, igrejas, salões comunitários e tudo o mais que a imaginação da
juventude for capaz de produzir.

Destaco a juventude, porque é nesta
seara, onde os setores ligados ao pensamento conservador ou de direita,
investem com mais força em trabalhos voltados para a despolitização e
desinformação e porque a juventude é lócus ou lugar da energia
necessária para aumentar a chama das lutas e das conquistas por mais
justiça e mais democracia, como junho de 2013 tão bem mostrou.


Abaixo, um texto que escrevi há alguns anos e que utilizo como manifesto
pessoal em defesa da reforma politica com financiamento público de
campanha.
Zezito de Oliveira 

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