Essa é a realidade, infelizmente. Mas acredito que a sociedade organizada (e mesmo a desorganizada também!) pode e deve pressionar os órgãos competentes para que comecem a tratar essas questões com mais seriedade e afinco. Cabe a nós, cidadãos cientes de nossos direitos e deveres fomentar atitudes que levem a essa mudança de conceito, de visão, de entendimento do que é bom ou do que é ruim para nossa geração e vindouras.

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