ASSEMBLÉIA GERAL DA AÇÃO CULTURAL
São Cristóvão, 22 de Novembro de 2009
Maxivel Ferreira da Paixão
Luciane Aparecida da Paixão Santos (Lucy Paixão)
José de Oliveira Santos (Zezito)
Guido Conteville Cazes
José Gonçalves de La Cierva
Irene do Socorro Smith Correia
Odenila Freire (Barbára Fantasia)
Edmundo de Almeida
Josineide Melo Andrade de Almeida
José Luiz dos Passos (Luiz Passos)
Tiago Rodrigues da Costa
Maria Auxiliadora de Almeida Santos
Genilda Joaquim de Araújo
Jussione Hora Reis
Ronaldo Rodrigues Lima
Carlos Henrique Santos
Luiz Couto Maia,
Micheline Fraga Bomfim
Anderson dos Santos
Djenal Alves dos Santos
José Bispo dos Santos (Jobys)
Ana Angélica Bispo dos Santos
Maria Rosali de Matos
Thiago Paulino da Silva
REUNIÃO DO GRUPO DE ESTUDO E TRABALHO EM PRODUÇÃO CULTURAL
PARTICIPAÇÃO DE MEMBROS DA AÇÃO CULTURAL NA 2º CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
27 de outubro de 2009
Deliberações da Conferência Municipal com base nos eixos estruturantes
I – Produção Simbólica e Diversidade Cultural
Âmbito Municipal:
1 – Identificar, mapear, divulgar e dar acesso aos bens simbólicos locais;
2 – Promover diálogos interculturais constantes com ampla participação da sociedade;
3 – Estabelecer em caráter de urgência o diálogo com os profissionais da educação;
4 – Incorporação das linguagens artísticas no ensino regular;
5 – Democratização do acesso ao conteúdo cultural;
6 – Descriminalização das rádios comunitárias
II – Cultura, Cidade e Cidadania
Âmbito Municipal:
1 – Setorização de políticas de fomento à cultura, garantindo à contemplação de todas as áreas nas esferas, estadual e municipal;
2 – Descentralização das ações culturais nas esferas nacional e estadual;
3 – Aumentar o acesso aos equipamentos culturais;
4 – Garantir informação e formação sobre direitos de acesso aos equipamentos e ações culturais;
5 – Fortalecimento da identidade local a partir da integração da comunidade com sua diversidade cultural;
6 – Registro gráfico e audiovisual do patrimônio cultural material e imaterial e sua ampla circulação;
7 – Ações culturais contínuas e transversais nas áreas de vulnerabilidade e em instituições ressocializadoras
8- Transversalidade no uso efetivo da cultura como agente transformador social nos espaços de: segurança pública, saúde, assistência social, educação;
III – Cultura e Desenvolvimento Sustentável
Âmbito Municipal:
1 – Garantir que os equipamentos culturais (espaços públicos)priorizem as várias manifestações culturais;
2 – Garantir a capacitação em gestão e elaboração de projetos para esses atores culturais;
3 – Garantir o intercâmbio e difusão da cultura local;
Âmbito Estadual:
4 – Garantir a formação de agentes patrimoniais, culturais, ambientais e sociais visando a transversalidade e a interdisciplinaridade das ações sócio-educativas e culturais;
Âmbito Nacional:
5 – Incentivar as ações articuladas da cultura com as demais áreas de políticas sociais e culturais;
6 – Melhor inserção na mídia dos programas e planos culturais que são gerados pelas três esferas administrativas.
VI – Cultura e Economia Criativa
Âmbito Municipal:
1 – Formular uma Política Cultural que valorize a diversidade das produções aracajuanas com participação ativa em eventos de pequeno, médio e grande porte;
2 – Implantar o Fundo Municipal de Cultura, desde que este supra a ausência de uma lei de incentivo beneficiando a cadeia produtiva cultural de pequeno, médio e grande porte;
3 – Criar ações integradas entre os poderes municipal, estadual e federal visando a formação de público e escoamento da produção nos setores de educação;
4 – Priorizar a produção cultural e a mão-de-obra local em eventos públicos e privados, e quando o poder público for parceiro seja exigida a contrapartida com a criação de cotas de participação na contratação de profissionais locais;
5- Criar mecanismo de incentivo e apoio à inserção de artistas e produtores culturais como micro-empreendedores individuais;
6- Disponibilizar um percentual significativo de pautas nos teatros para produção de espetáculos locais através de editais;
7- Inserção ou circulação de produções artísticas em espaços alternativos, tais como, escolas, universidades, igrejas, clubes, centros comunitários, bares, praças, empresas, proporcionando um melhor acesso ao público às produções culturais locais;
Âmbito Estadual:
8- Implantar o Fundo Estadual de Cultura, desde que este supra a ausência de uma lei de incentivo beneficiando a cadeia produtiva cultural de pequeno, médio e grande porte;
9- Fomentar a formação continuada do público e dos gestores culturais;
Âmbito Nacional:
10- Promover programas de capacitação continuada da cadeia produtiva da cultura;
V – Gestão e Institucionalidade da cultura
Âmbito Municipal:
1 – Criar e instituir o Sistema Municipal de Cultura de Aracaju
2 – Reformular e reativar o Fundo Municipal de Cultura;
3 – Criar mecanismos de gestão participativa em Aracaju;
4 – Criar mecanismos de sustentabilidade para a produção local;
5 – Desvincular outras pastas do órgão gestor de cultura do Município;
6 – Instituir mecanismos de acesso, difusão e intercambio da/com a produção cultural local;
Âmbito Estadual:
7 – Criar e instituir programas de capacitação em gestão de projetos e em gestão de carreira;
8 – Criar, nos poderes legislativos municipal e estadual, uma comissão especifica de cultura;
Âmbito Nacional:
9 – Instituir nos três níveis de governo sistema de indicadores e informações;
10 – Fortalecer os mecanismos de gestão compartilhada do Ministério da Cultura.
APRESENTAÇÃO DA CIA DE DANÇA RICK DI KARLLO EM LARANJEIRAS (JANEIRO DE 2010)
REUNIÃO COM INTEGRANTES DA CIA DE DANÇA RICK DI KARLLO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO ECARTE NO CONJUNTO EDUARDO GOMES.
REUNIÃO COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONJUNTO JARDIM PARA DISCUTIR RETOMADA DO PROJET0 ECARTE
PARTICIPANDO DO GRUPO DE TRABALHO ECONOMIA DA CULTURA DA CIDADE DE SÃO CRISTÓVÃO
PARTICIPANDO DA I CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CULTURA
Secult promove I Conferência Estadual de Cultura em dezembro
Nos próximos dias 3 e 4 de dezembro, o Teatro Tobias Barreto e o Centro de Convenções de Sergipe, em Aracaju, serão cenários de um importante e inédito desafio a ser realizado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult): a I Conferência Estadual de Cultura de Sergipe, um marco para a história da política cultural sergipana.
A Conferência Estadual surgiu a partir da articulação entre governo, representantes da sociedade civil organizada, atores culturais, e instituições de grande contribuição cultural em nosso estado, e acontece como fase preparatória para a II Conferência Nacional de Cultura, a ser realizada em março de 2010, em Brasília, se configurando como um passo importante para consolidação do Sistema Estadual de Cultura, em consonância com o desafio de regulamentação do Sistema Nacional (SNC), e para formatação do Plano Estadual de Cultura.
A base para a realização da conferência em sua esfera estadual foi constituída a partir de um primeiro passo, que foi a realização das conferências municipais. Pela primeira vez, o Governo do Estado somou esforços junto aos municípios e foi possível promover em Sergipe uma discussão qualificada e representativa sobre a cultura local, com um total de 31 conferências realizadas nos 75 municípios sergipanos em outubro, e com um número bastante expressivo de delegados escolhidos, aproximadamente 300.
Agora, dando continuidade ao processo, durante a Conferência Estadual os delegados vão trabalhar com as propostas das Conferências Municipais já sistematizadas pela Comissão Estadual e poderão acrescentar novas propostas de âmbitos estadual e nacional. No final, devem ser escolhidas quatro propostas de âmbito nacional por eixo para envio para a Conferência Nacional. As propostas de âmbito estadual podem subsidiar o Plano Estadual de Cultura e a criação de programas e projetos da Secult.
Assim como nas conferências municipais e na etapa nacional, a discussão das propostas será dividida em cinco eixos temáticos: Produção simbólica e Diversidade cultural, Cultura, Cidade e Cidadania, Cultura e Desenvolvimento Sustentável, Cultura e Economia Criativa, Gestão e Institucionalidade da Cultura.
A realização da I Conferência Estadual de Cultura demonstra o compromisso do Governo de Sergipe com a população, artistas e produtores culturais, e é simbólica não só por ser a primeira, mas por consolidar uma nova forma de gerir a cultura em Sergipe, promovendo a discussão compartilhada para a elaboração de propostas e consolidação dos planos de ação, porque a cultura deve ser pensada enquanto política pública duradoura e que transcende o plano de ação de um governo.