Em Sergipe: Professor baleado dentro de sala de aula: a violência externa chegando às escolas

Autor // Caroline Santos

 fonte: site do Sintese_SE
Mais um caso em que a violência externa
chega às escolas. O professor de Educação Física da Escola Estadual
Augusto Ferraz, Edilson Oliveira, foi atingido por um tiro dentro da
sala de aula resultado de uma briga entre alunos. A escola está
localizada na Avenida João Rodrigues no bairro Industrial.
O professor foi socorrido e levado para o
Hospital de Urgência de Sergipe – HUSE onde foi operado. Informações
passadas a presidenta do SINTESE, que esteve na escola, é que nenhum
órgão vital foi atingido e que o educador não corria risco de morte. De
acordo com informações da assessoria de comunicação do HUSE o professor
passa bem.
Edilson, que leciona na rede estadual há
mais 30 anos, estava encaminhando documentação para usufruir o direito a
licença prêmio de seis meses e após pedir aposentadoria, garantida pelo
Estatuto do Magistério.
Para a presidenta do SINTESE, o
professor e os alunos são vítimas das condições socioeconômicas que o
sistema capitalista impõe e este deve ser também um momento de reflexão
para que se compreenda o papel social, do professor, da escola e o que
pretendem os governantes com a educação pública.
“Não há prioridade para a educação
pública. Entra governo, sai governo e só temos programas, projetos,
pacotes instrucionais, mas não temos uma política pública de Estado para
a educação de Sergipe. Nós temos a clareza que mais uma vez o professor
é vitimado e o governo precisa dar uma resposta para essa situação”,
afirma Ângela.
As aulas foram suspensas nesta
terça-feira e serão retomadas na próxima quarta-feira (03). Dentro dessa
situação o SINTESE questiona: como está condição psicológica de
professores, alunos e funcionários para o retorno das atividades na
Escola Estadual Augusto Ferraz e que tipo de apoio material e
psicológico será dado, pela Secretaria de Estado da Educação, aos
profissionais e estudantes desta unidade de ensino.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

FORMAÇÃO X VIOLENCIA

A matéria “SSP quer parceria para combater a violência”
, veiculada na edição 124, do Jornal Cinform, caderno municipios, seção
interior, me faz lembrar um pensamento que sempre me ocorre quando
ando pelas ruas do Conj, Jardim, em Nossa Senhora do Socorro. “O
que os governantes e a sociedade podem esperar de uma juventude que não
aprende o necessário para ter auto-estima e conhecimentos suficientes
para se inserirem no mercado de trabalho nas profissões que remuneram
mais, que não tem acesso a tecnologia digital, a não ser por meio de
aparelhos de celular, cujas opções para ocupar o tempo livre se resumem a
alguns campinhos e quadras, jogos de videogame, locadoras de DVD,
cujo acervo principal é composto de filmes de violência ou
pornográficos, da televisão “uma fábrica de idiotas” como disse a banda
titãs, de emissores de rádio dominadas pelo “arrocha” e bares .

Portanto,
as parcerias devem contemplar além das prefeituras, que no caso do
município de Nossa Senhora de Socorro, revela-se bastante ausente,
também as secretarias de educação, inclusão social, cultura, esportes,
trabalho etc..

O problema, como constatou um estagiário de
ciências sociais que trabalhou na implantação da Rede Cidade Criança,
iniciativa meritória da prefeitura de Aracaju, no inicio da gestão do
Prefeito Marcelo Deda, é que a cultura dominante da maioria dos gestores
é pensar a sua área como isolada das demais, agravado em alguns casos
pela necessidade de terem maior visibilidade visando interesses
eleitorais imediatos.

Como essa postura é reforçada pela formação
acadêmica tradicional que é fragmentada, parcial e reducionista, não é
o caso do Governador Marcelo Deda promover um programa de formação
continuada para gestores e técnicos da administração pública trazendo
intelectuais como Leonardo Boff, Frei Betto, Marcelo Barros, Reginaldo
Veloso, entre outros, para discutirem o novo paradigma sistêmico na
perspectiva de unir a dimensão sócio-politica , afetiva, cognitiva,
espiritual e artistica que é o que pode dar conta dos enormes problemas e
desafios que todos estamos enfrentando no tempo presente?

José de Oliveira Santos “Zezito” – educador e ativista cultural
Publicado no jornal Cinform, seção Opinião do Leitor, edição 1242 de 29/01 a 04 de fevereiro de 2007 

Mais um vídeo de agressão contra professor alerta para violência nas escolas públicas

Banheiros incendiados, paredes destruídas e armas apreendidas se misturam
a hematomas, fratura e depressão. Só na capital paulista mais de 70 mil
servidores da educação estão afastados em consequência de estresse. Mas
este não é um problema exclusivo da rede pública. Marcados pela
violência, muitos dos que sonharam dedicar a vida ao ensino abandonam a
carreira.
reportagem produzida e veiculada pela Rede Record em  06/03/2013.   AQUI

Texto abaixo, fonte e opinião de Isadora Faber – Diário de Classe no facebook

Ontem,
2 de abril de 2013, estava olhando os comentários e achei esta matéria. Olhem que absurdo o
que alguns alunos dessa escola fizeram com a professora. Para esses
estudantes expulsão é pouco, merecem cadeia. Não são alunos, são
marginais.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/03/alunos-jogam-lixeira-em-professora-na-grande-sp.html

Assista também.
 
  Documentário: Pro Dia Nascer Feliz

 
               Um documentário sensacional e ao mesmo tempo angustiante
do diretor João Jardim, lançado em 2006. O filme aborda a educação
brasileira em um angulo pouco visto, dentro da sala de aula, abordando
os dramas dos jovens e professores de diferentes regiões do Brasil. A
precariedade das instalações, preconceito, violência e o abandono são
temas presentes no filme.




            O documentário é fundamental para jovens estudantes, pois
perceberão que apesar dos cenários  e classes sociais diversificadas, os
dramas são em alguns aspectos semelhantes, tanto no sertão nordestino
quanto nas grandes metrópoles do sudeste, claro guardando as devidas proporções. Para
educadores ou futuro educadores, é extremamente valido pois demonstrará
os grandes abismos da educação brasileira, os dramas dos professores
que abdicam de muitos lazeres e dedicam a educação.




               A angustia que e o filme passa é no sentido que o
problema da educação brasileira é profundamente grave e abrange todo o
Brasil e infelizmente sem perspectivas de melhoras.


AQUI  

Fazendo produção cultural na escola.  

Zezito de Oliveira

Zezito de Oliveira · Aracaju, SE

5/10/2011
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Há cerca de uns vinte dias, quando comecei a pensar a
respeito da seleção de músicas que utilizaria na apresentação do tema
“produção cultural nas escolas”, no programa de formação cultural “Ossos
de Oficio”, da Fundação Municipal de Cultura, a primeira frase musical
que me ocorreu foi: “Há tempos são os jovens que adoecem”, parte da composição “Há Tempos” do Legião Urbana.

Ao mesmo tempo em que preparava a apresentação, a frase “Há tempos são os jovens que adoecem”
me remetia ao trágico acontecimento ocorrido por estes dias em uma
escola pública em São Paulo, vitimando uma criança de 10 anos e sua
professora, além de outros fatos semelhantes ocorridos nos últimos anos
em todo o mundo.

Por outro lado, com a perspectiva de encontrar possíveis soluções, fui
buscar em meus arquivos algumas músicas que oferecem pistas sobre os
caminhos que precisamos percorrer para evitar ou diminuir os impactos
das dores e sofrimentos que se abatem sobre crianças, adolescentes e
jovens. Dores e sofrimentos decorrentes de um conjunto de causas que
deitam raízes nas contradições do modelo econômico e político atual,
cujas bases estão firmadas no individualismo, no materialismo e no
consumo desenfreado de bens materiais.

A primeira delas chama-se “Estudo Errado”, de autoria
de Gabriel, o Pensador, música que, na minha opinião, pode ser
considerada a composição que mais fielmente retrata a situação vivida
pelos estudantes da maioria das escolas brasileiras.

Em “Estudo Errado”, podemos ouvir trechos emblemáticos do atraso e dos equívocos inerentes ao nosso sistema de ensino: “Decoreba,
este é o método de ensino”. “Quase tudo que aprendi, amanhã eu já
esqueci, decorei, copiei, memorizei, mas não entendi“. ”A maioria das
matérias que eles dão eu acho inútil, em vão, pouco interessante”. “Eu
sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente e sei que o
estudo é uma coisa boa. O problema é que sem motivação a gente enjoa”.
“Vamos fugir dessa jaula! (…).” “Matei a aula porque num dava. Eu não
aguentava mais. E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais.”

Este último verso nos leva a uma reflexão fundamental: Se a criançada,
em vez de escutar o Pensador escondido dos pais, também os professores,
técnicos educacionais e psicólogos prestassem mais atenção àquilo que
crianças e adolescentes ouvem, leem e assistem, não seria uma forma
interessante de iniciar ou reforçar o diálogo dos adultos com a
garotada?

Todavia, em muitos casos, teremos que fazer um grande esforço para
diminuir preconceitos e/ou resistências de várias naturezas, inclusive a
algumas músicas e programas de televisão que reforçam aquilo que foi
expresso em uma das composições dos Titãs e que nos causam asco: A televisão está me deixando muito burro, burro demais”.

Quando me refiro à necessidade de nós adultos prestarmos mais atenção ao
tipo de música ou de programa de televisão que nossos jovens assistem,
não estamos dizendo que temos que reforçar ou ampliar a audiência que
estas músicas ou programas já detêm, mas pensar com eles sobre quais
pulsões, instintos ou desejos são alimentados por aquilo que faz sucesso
e quem ganha e quem perde com isso.

Outro caminho necessário e urgente é ampliar e fortalecer o acesso a
produtos culturais que provoquem reflexão e estimulem valores positivos.
Como exemplo, podemos citar, além das músicas de Gabriel, O Pensador, a
Legião Urbana, os Titãs, os eternos Racionais Mc’s e o trabalho de um jovem e promissor talento que está surgindo na cena cultural independente: nos referimos ao CRIOLO,
gestado nas periferias de São Paulo e que mostra em suas composições
uma alta dose de criatividade e sintonia com o pensamento e anseios das
novas gerações dos guetos e das quebradas, como também de alguns setores
de classe média mais cults..

Outra música, composta em meados da década de 80 do século XX, pelos
Titãs, e que retrata expectativas, necessidades e desejos da garotada
ainda hoje, chama-se Comida”, diz ela : “A
gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”. “A
gente não quer só comer, quer comer e fazer amor“. “A gente quer prazer
para aliviar a dor”. “ A gente não quer só dinheiro, a gente quer
dinheiro e felicidade”. “A gente quer inteiro e não pela metade”.

A música “Galera da Fraternidade(1), ainda atual e
composta no mesmo período de “Comida”, é da autoria de Reginaldo Veloso,
um cara por quem tenho grande admiração e carinho por sua dedicação às
crianças e jovens da periferia da grande Recife, em especial dos morros
que formam o bairro de Casa Amarela. O padre Reginaldo, como também é
conhecido, além de sacerdote, é educador, pai , compositor e cronista.

Foi um dos inúmeros pernambucanos que tiveram o privilégio de conviver e
trabalhar com Dom Hélder Câmara, considerado um dos principais
referenciais, dentre os chamados “progressistas”, em matéria de religião
no século XX.

Por meio de suas composições e crônicas, Reginaldo Veloso retrata uma
série de situações, problemas e/ou soluções vivenciadas por crianças e
jovens desde a década de 70 do século passado. Muitas delas encontrou na
iniciativa impulsionada por Padre Reginaldo, o Movimento de Adolescentes e Crianças (MAC), pessoas realmente comprometidas com a solidariedade e com a alegria, parceiras da construção de um mundo melhor.

A letra da composição “Galera da Fraternidade”
apresenta alguns elementos da metodologia e da proposta do MAC,
descrevendo com sua melodia e belos versos um exitoso trabalho que
inspirou um programa de animação cultural nas escolas das cidades do
Cabo, Recife e Jaboatão dos Guararapes e que poderia ser referencia
para outras escolas do País. Oxalá! esse texto possa estimular pessoas,
com poder de decisão e recursos, a se aprofundarem no conhecimento desta
e de outras experiências para que possam ser multiplicadas Brasil a
fora.

Com relação a trabalhos de produção cultural na escola, realizados com a
minha participação, vale a pena conferir dois vídeos disponíveis no
youtube.

O primeiro foi uma reportagem do programa Sergipe Comunidade, da TV Sergipe, no ano de 2003 e o segundo, uma entrevista realizada em 2006, com Fernanda Almeida, adolescente ligada ao Projeto Ecarte, atualmente estudante de audiovisual da Universidade Federal de Sergipe.

À guisa de conclusão, acreditamos que as músicas “Estudo Errado”,
“Comida” e “Galera da Fraternidade” apresentam alternativas que podem,
como já afirmamos, acabar ou aliviar a dor de crianças e jovens,
trazendo a possibilidade de diminuir as situações dramáticas ou trágicas
vividas pela moçada e pelos adultos, situações chocantes tão bem
captadas por Renato Russo e tantos artistas de outras linguagens.

Espero não estar pedindo muito a educadores, técnicos e gestores dos
sistemas educacionais que apurem os ouvidos e o olhar para captar, pelos
mais diversos meios, as várias necessidades, desejos e vontades de
nossas crianças e jovens, sem esperar que isso ocorra em meio a
situações bastante dolorosas ou violentas.(2)

Levar a sério a produção cultural na escola pode contribuir para atingir esse objetivo(3).

NOTAS

(1)Galera da Fraternidade – Letra e Música; Reginaldo Veloso

1. Minha galera é a galera da fraternidade. Meu tempero é a fé, é o amor-liberdade.
2. O meu assunto é a vida.
È a vida, é a vida!
Caretice, aceitar essa vida-sem-vida!
3. Já é hora de a gente mudar,
esse jeito não dá pra ficar
4. É preciso muita criatividade!
Arregace as mangas com muita vontade!
Vamos investir nessa da felicidade!
Ser feliz é o destino da humanidade!…
5. Nós vamos nessa do chapa
Joãozinho Trinta:
A cultura é beleza que encanta e que agita!
6. O meu samba não vai te enganar;
Eu só canto pra vida mudar!
7. Você traz muita coisa
Então pode perder!
Vamos nessa, galera, botar pra valer!
Cada um tem um gosto e um jeito de ser!
É preciso juntar, fazer tudo render!…
8. A gente vai nessa do indio e da ecologia
Salve o verde, a beleza da geografia!
A beleza da geografia!
9. Não morreu Chico Mendes em vão,
Ressuscita em você, meu irmão!
10. É preciso muita, mas muita coragem!
Se guardar pra si mesmo
É uma grande bobagem!
Pois, no fim, quem dá vida
É quem leva vantagem!
É a galera de Cristo
Partindo em viagem!

Confira parte do áudio da composição, aqui

(2)”Numa sala de aula, um jovem com os fones de um walkman nos ouvidos susurra entusiasmado, um trecho de um pop rock nacional: “o amooor, é o caloooor que aqueeece a almaaaa!”.
Enquanto isso, outro gruda sorrateiramente em seus ouvidos o seu
radinho de pilha (provavlemente para ouvir uma canção de sua
preferência). Num canto da sala, uma jovem “devora” páginas de um livro
de poesias, “best-seller” do momento. Junto a parede, uma jovem digita
um torpedo em seu celular; já outro tenta esconder junto aos cadernos, a
última edição de uma revista juvenil, que traz na capa o galã da novela
do horário nobre. Um jovem, num outro canto da sala, aguarda a
professora passar por entre as carteiras e mochilas da “hora” espalhadas
pela sala, para mostrar aos colegas uma tatuagem no ombro direito; e
eis que adentra na sala, esbaforida, uma garota, desfilando um cabelo
multicolorido, susurrando aos colegas: pintei com papel crepom! Ao lado
da janela, uma jovem escreve um bilhete para um colega: Eahe kara, vamu
zoa nu xou dos omi? Toca um celular estrindentemente! Insistentemente! E
a professora (alheia a isso tudo?)segue explicando a matéria.”

(3)AS 7 APRENDIZAGENS BÁSICAS PARA CONVIVÊNCIA SOCIAL
1) Aprender a não agredir o semelhante(fundamento de todo modelo de convivência social)
2) Aprender a comunicar-se(base da auto-afirmação pessoal ou do grupo)
3) Aprender a interagir(base dos modelos de relação social)
4) Aprender a decidir em grupo(base da política e da economia)
5) Aprender a cuidar de si(base dos modelos de saúde e seguridade social)
6) Aprender a cuidar do entorno(fundamento da sobrevivência)
7) Aprender a valorizar o saber social(base da evolução social e cultural)

Bernado Toro (1993)

Bibliografia:

GARBIN, Elisabete Maria. As culturas juvenis invadem a escola.
IN: CAVALCANTE, Koboldt H. Márcia e SOUZA, de Antônio Rui. CULTURAS
JUVENIS: Dinamizando a Escola. Rio Grande do Sul: EdiPUCRS, 2009, Cap.
1, p.11-18

TORO, Bernardo. O que é Mobilização Social. http://www.aracati.org.br/portal/pdfs/13_Biblioteca/Publicacoes/mobilizacao_social.pdf Acesso em: 16 ago. 2011

VELOSO, Reginaldo. Galera da Fraternidade e Galera Geral. In: Vida. O Sonho de Deus. São Paulo: Paulus, 2000. 1 CD. (54’33’). Faixa 5 e 11

Para aprofundar o estudo e o debate:

Culturas Juvenis – Dinamizando a escola

Este livro é mais um lançamento do jornal Mundo Jovem, que traz
para o centro do debate a rica diversidade cultural presente nos jovens
das escolas brasileiras: os que curtem funk, rap, graffiti, cultura
anime, rock, religião, que gostam de se encontrar nos parques, nos
bares, nas ruas, nos quartos, enfim, múltiplas juventudes.
Como podemos nos apropriar das culturas juvenis em nosso
planejamento diário como professores? Como revelar as identidades
juvenis nas diferentes práticas do currículo escolar? As aulas podem
servir de canal para que as histórias de vida e as identidades dos
jovens ganhem lugar na cena escolar? Com a colaboração de diversos
autores, esperamos contribuir com a inquietude de tantos que buscam uma
escola adequada aos nossos tempos.

Orgs: Márcia H. Koboldt Cavalcante e Rui Antônio de Souza
Número de páginas: 120
Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas)
Para adquirir o livro basta enviar o endereço completo e o pagamento correspondente:

a) depósito identificado no Banco do Brasil Agência 3168-2 (Porto
Alegre) – na conta nº 707.311-9. (o código identificador pode ser o nº
de CPF ou CNPJ)
Esta conta está em nome de nossa mantenedora (UBEA-PUCRS-MJOVEM). É
necessário enviar o comprovante do depósito junto com o nome e endereço
completo para o envio do livro, pelo fax: 0 (..)(51) 3320-3889 /
3320-3902; ou por carta, porque o banco não comunica quem fez o
depósito.
b) Enviar por carta um cheque cruzado, nominal ao Jornal Mundo Jovem.

(O livro será enviado pelo correio após o pagamento – a taxa de envio já está incluída no preço).

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