#abril1974+50 – Já é 25 de abril em Portugal

 Para quem é brasileiro entender…


Cravo no cano das metralhadoras se tornou o símbolo e o nome da Revolução que derrubou a ditadura salazarista. Era primavera em Portugal, e as floristas que trabalhavam no centro de Lisboa passaram a doar cravos para os militares. Fonte: Holofote

O 25 de Abril começou à noite — eis como o festejar até de madrugada

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Pela Lisboa de Abril de 1974

Como uma viagem no tempo, 50 Cravos Depois – Guia pela Lisboa de Abril, revisita os lugares que atravessaram o período pré e pós-revolucionário e que perduraram.

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“50 Cravos Depois – Guia pela Lisboa de Abril”. Uma viagem de memórias e histórias pela Lisboa de 1974

A comemoração dos 50 anos do 25 de Abril dá mote ao livro “50 Cravos Depois – Guia pela Lisboa de Abril”. As autoras, Sandra Nobre (textos) e Clara Azevedo (fotografias) transportam-nos para a efervescente Lisboa de abril de 1974. A obra conta com os testemunhos de personalidades da vida pública.

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Revolução dos Cravos teve duas senhas antes de militares colocarem tropas na rua para derrubar ditadura

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No Museu do Aljube celebramos Abril de janeiro a dezembro, mas neste ano e neste mês com alegria redobrada!
Foi (tão) bonita a festa, pá!”
Muita música, partilha, participação nos murais, abraços e celebração dos 50 Anos do 25 de Abril!
Obrigada a todes que fizeram a Liberdade passar por aqui no dia 20 de abril: @batucadeirasdasolaias , @sambasemfronteiras , @iamdidibee , @nunosaraiva_ilustrador e @inesvieiradasilva !
Muito obrigada a todos os amigos e visitantes que celebraram connosco!
E obrigada à incansável equipa do Museu do Aljube Resistência e Liberdade!
Viva o 25 de Abril!
✊ ❤️

Seis canções que ajudaram a fazer Abril: E depois do adeus, Paulo de Carvalho

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Relembrando o concerto ” ́ ̧ ̃ “, organizado pela Associação José Afonso a 29 de Março, no Coliseu dos Recreios. Muito obrigado a todos/as que contribuiram para esta noite inesquecível.
O concerto, gravado pela RTP, encontra-se disponível aqui: https://bit.ly/4d9MKCW
©Fotografia: Emanuel Canoilas, Luís M. Serrão e Ernst Schade.


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