2016 com mais cultura e comunicação democrática. Igual a mais vida saudável, prazer em ensinar/aprender e menos violência.

Por um 2016 com maior compreensão da importância da cultura e da
comunicação, para o crescimento do desenvolvimento humano, social,
econômico e cultural do Brasil e consequentemente com uma maior
quantidade de investimentos a altura desse maior nivel de compreensão.



Por Zezito de Oliveira Educador e Produtor Cultural ligado a iniciativas de base comunitária.


Há poucos dias precisei assistir/ouvir um destes programas de
sensacionalismo policial, por conta de estar trabalhando em uma escola,
onde tinha pessoas na secretaria que estava com a televisão ligada na Tv
Record e percebi uma das principais razões, quiçá a principal razão,
para o crescimento e a proporção que estão tomando as manifestações de
intolerância e ódio, as quais no limite abrem caminho para o
nazi-fascismo redivivo

Isso tende a fazer estragos ainda maiores no
sistema politico, com a eleição de mais  lideranças politicas identificadas
com este tipo de ideologia politica. Neste sentido, é fundamental
que a questão da comunicação seja encarada como estratégica ou de primeira importância para quem quer uma sociedade mais justa e mais democrática.

 
Na minha opinião
pela ordem:  Cultura, comunicação e educação, são estratégicas e precisam
ser encaradas como prioridade na sequência elencada acima, porque as
estruturas mentais e organizacionais dentro do universo escolar,  são mais dificeis de
serem transformadas,
em direção as mudanças que tanto almejamos, no curto
espaço de tempo e na profundidade necessária, 
caso  estes esforços incidam apenas no campo da gestão e das  metodologias pedagógicas “stricto sensu” em outras palavras, circunscritas ao universo restrito do pensamento e das práticas acadêmicas e escolares.



Portanto, a educação como ambiente de  formação e socialização, tendo a  escola como o principal lugar de enfrentamento desse tipo de situação de barbárie a que a ordem mundial capitalista quer nos levar. Porém,  sem
mudar o sistema educacional, não adiantará muita coisa. E para mudar o
sistema educacional que é um sistema cultural, a forma mais inteligente
de fazer isso é através da cultura e da comunicação ou através da ação cultural, como bem colocava o mestre Paulo Freire, assim também como da
arte educação e da educomunicação. Uma pena termos tantos intelectuais
progressistas ocupando cargos de relevância no sistema educacional da
união, dos estados e dos municipios e pouco ser realizado na direção
proposta  acima.

 

Vale citar como uma das poucas e saudáveis exceções,
os nomes do historiador Célio Turino, do ex-ministro da cultura
Gilberto Gil e do atual Juca Ferreira , cujas palavras e atitudes
enquanto intelectuais e gestores, demonstraram e demonstram estar em
bastante sintonia com o que defendemos acima. Um exemplo são os
programas Cultura Viva Mais Cultura nas Escolas. 


No caso deste
último lamentavelmente enfrentando problemas de repasse de recursos
financeiros por parte do MEC, com atraso de mais de um ano para
liberação da segunda parcela de miseros R$10.000,00. Quanto ao Cultura
Viva também enfrentou nos últimos anos, uma marcha a ré, por causa da
brutal redução dos recursos disponibilizados e da compreensão da
importância do mesmo, na perspectiva defendida acima.



P.S.: O movimento Ocupe Escola, iniciado pelos estudantes de São Paulo apontam ou  sinalizam “as mudanças que tanto almejamos”.

O que os estudantes que derrotaram Alckmin nos ensinam

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

 

 Frei Betto também escreveu um dos melhores textos em português sobre a escola e reclamada pelas novas gerações e por muitos que deixaram um legado de construção e de lutas em favor de uma outra escola, outra educação. Como é o caso de Anisio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire.

A Escola dos meus Sonhos, artigo de Frei Betto

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Blog Produção Cultural na Escola 

 

 

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