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Escola já foi assaltada várias vezes (Fotos: Portal Infonet)
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Estadual Júlia Teles, localizada no conjunto Jardim, em Nossa Senhora do
Socorro. Com frequência, assaltantes invadem a escola, levam objetos e
até a merenda dos estudantes.
Professores contam ainda que também são são atacados por bandidos. Os
assaltantes entram na área de ensino da escola e destroem os portões,
levam a merenda e deixam recados no muro. “Na última invasão ficou
escrito na parede, próximo a direção, a seguinte frase: Essa é a
educação que o Brasil me deu”, relata um dos professores.
continuam. A estudante Ana Regina Alves estuda no 4º ano do sistema de
Educação de Jovens e Adultos (EJA) á noite. Ela afirma que vai para
escola com medo por conta dos constantes assaltos. “O muro da quadra
está derrubado o que serve como uma passagem para eles entrarem”,
afirma.
noite. A informação é de que havia um funcionário, mas o mesmo foi
espancado pelos assaltantes e acabou deixando o posto. Professores pedem
mais rondas da Polícia Militar ou a presença de guarda municipal para
fazer a segurança da escola.
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Muro da diretoria foi arrombado
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condição está precária sem estrutura para aulas. A sala não tem
ventiladores, portões quebradas e a quadra abandonada”, reclama a
estudante.
Professores, que não quiseram se identificar, contam que a quadra foi
isolada por causa do matagal e por não oferecer segurança aos alunos,
pois o telhado ameaça cair a qualquer momento.
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Assaltantes deixaram frase em muro
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Direção
A coordenadora de ensino, Silvana Pinheiro, confirma as reclamações
referentes à falta de segurança. Quanto à reforma da escola, a
coordenadora informou que já existe um projeto. “Uma equipe da
Secretaria de Estado da Educação (Seed) já veio até à escola para fazer
análises do projeto. Segundo algumas informações passadas, serão
instaladas câmeras de segurança na escola para coibir essas ações”,
afirma Silvana.
De acordo com Silvana, a direção sempre presta queixa na delegacia
sobre os assaltos e a Seed já está ciente sobre as invasões que
acontecem na escola. “ Tudo que a direção pode fazer é feito”.
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Quadra está abandonada
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Seed
A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Educação (Seed) se pronunciou sobre as reclamações:
“A Secretaria de Estado da Educação já está tomando as providências
para consertar parte do muro que caiu e está fazendo um projeto para
restaurar a quadra. Há cerca de três meses foram feitas pequenas
intervenções na estrutura física da escola pela equipe de manutenção da
SEED.
às ações de delinqeentes, existe uma dificuldade de colocar vigilantes
para trabalhar no turno da noite e nos finais de semana, até porque
nossos vigilantes não trabalham armados. Para amenizar esse problema, a
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Pais querem reforma da escola
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especialmente à noite e nos finais de semana. Preocupado com esse
problema de violência, o secretário Belivaldo Chagas se reuniu no dia 23
de abril com a cúpula da SSP para pedir reforço policial no entorno das
unidades de ensino que vêm frequentemente sendo atingidas por assaltos e
roubos, sobretudo nos horários de entrada e saída dos alunos e nos
finais de semana.
Participaram da reunião o secretário da Segurança Pública João Eloy, o
comandante geral da PM, coronel Maurício Iunes, o comandante da PM na
Capital, coronel Jackson Nascimento, o secretário-adjunto de Segurança
Pública, João Batista, a superintendente da Polícia Civil, Katarina
Feitosa, e a coordenadora da Polícia Civil na Capital, Viviane Pessoa.
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Muro foi derrubado
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de práticas criminosas nas áreas externa e interna de escolas da rede
estadual. Preocupado com a segurança e com o bem estar de alunos,
professores e funcionários, o secretário solicitou reforço policial em
colégios em que as práticas acontecem com mais frequência.
Na ocasião o secretário de Estado de Segurança Pública, João Eloy de
Menezes, prometeu reforçar o policiamento, inicialmente, nas escolas
apontadas por Belivaldo Chagas. “A SSP irá intensificar as rondas da PM
nessas escolas nos horários mais críticos. A Polícia Civil vai analisar
todos os boletins de ocorrência envolvendo delitos nas escolas para
identificar os autores e colocá-los à disposição da Justiça”, garantiu
Eloy.
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Salas não tem ventilação
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Prevenção
Secretarias da Segurança Pública e da Educação no tocante ao trabalho de
prevenção contra as drogas.
implementadas nas unidades educacionais coordenada por instrutores
policiais militares ligados ao Programa Educacional de Resistência as
Drogas (Proerd) e professores que já trabalham em projetos de prevenção
contra as drogas”.






