Após ter postado o artigo pensei em algumas questões para debate:
O que foi ou está sendo feito para resgatar, registrar e difundir o que foi produzido pelos cristãos inquietos, criativos e comprometidos com a justiça no século XX?
O que está sendo feito de inovador no século XXI por cristãos inquietos, criativos e comprometidos com a justiça , seguindo a pegada daqueles que atuaram na segunda metade do século XX? Importante frisar que esta pergunta se aplica a atuação em espaços além das igrejas.
Quais os meios e estratégias que devemos utilizar para que as mensagens e práticas do cristianismo libertador possam dialogar e servir também como referência ética, cultural, simbólica, espiritual e política para aqueles que nasceram a partir das duas última décadas do século XX?

Zezito de Oliveira

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