Um Festival que poderia/deveria ampliar a presença de outras linguagens como audiovisual, teatro, dança, literatura, artes plásticas e artes visuais, para ficar menos parecido com um festival quase musical, além de ampliar a presença territorial na cidade, para além do centro histórico, incluindo os povoados e a região do bairros Rosa Elze e suas adjacências, bem como o conjunto Eduardo Gomes.
Um festival que poderia/deveria incluir alunos da rede municipal e estadual da cidade em uma espécie de festival estudantil paralelo ou alternativo, com a finalidade de fortalecer a adesão e fortalecimento da ação cultural nas escolas, a identidade cultural local e senso de pertencimento.
E por último, um festival de arte como um espaço de reflexão sobre a cultura em sua dimensão mais abrangente, inclusive trazendo pensadores e fazedores de cultura de outros estados para refletir e intercambiar experiências culturais de caráter estético, cidadão e econômico…Ou Fascismo se espalhando e a gestão pensando e fazendo um festival de arte limitado, pontual e concentrado.
Mesmo que seja o melhor em terras de Serigy, em meio a um cenário cultural devastador, ainda mais limitado, pontual e concentrado, mesmo financiado com recursos públicos, como são o Natal Iluminado, o Pré Caju, as festas de padroeiros (as) do interior, o encontro cultural de Laranjeiras e etc.
E ainda bem que temos as Leis Paulo Gustavo e a Politica Nacional de Cultura Aldir Blanc (PNAB) e Lula como presidente..
Importante sugestão, Zezito, sobre a sustentabilidade do Festival em cenários adversos… Temos que aproveitar o momento, em que temos algum apoio para nossas produções, para nos fortalecermos e atuar para formar e consolidar público – participante e fruidor – de forma efetiva
M.L – Grupo Agentes culturais democráticos
Imprescindível a sua fala, Zeito! Faz tempo que o FASC tá assumindo essa tendência de se tornar um festival de música. Lembro que nos áureos tempos, havia um escoamento das atividades para além da cidade sede; eu , por exemplo, cheguei a fazer oficinas de dança e teatro no Cultart e Centro de Criatividade relacionadas à programação do FASC. Só o que você apresenta como proposta já seria de bom tamanho.
“Um festival de arte como um espaço de reflexão sobre a cultura em sua dimensão mais abrangente, inclusive trazendo pensadores e fazedores de cultura de outros estados para refletir e intercambiar experiências culturais de caráter estético, cidadão e econômico” = PERFEITO.