18ª Live da Ação Cultural, no dia 27 de agosto, quinta-feira, às 20 horas. Participação da juventude sergipana no movimento estudantil e cultural na década de 1960.

Utopia! O que sobrou nos anos de 1960 e hoje nos falta


A 18ª   Live da Ação Cultural,
no dia 27 de agosto, quinta-feira, às 20 horas, traz o Professor Dr. José Vieira da Cruz para falar acerca da  participação da juventude sergipana no movimento
estudantil e cultural  na década de 1960.


A transmissão da Live será via página da Ação Cultural no facebook.    
https://www.facebook.com/acaocultur/

Eixo: Memória como Resistência



Buscamos com esta Live colaborar para encontrarmos respostas para as seguinte questões.


Que utopias e acontecimentos  mobilizavam  o melhor de uma parcela da juventude da época?

Quais os instrumentos e mediações utilizadas, tanto no campo
da organização/mobilização politica, como 
no campo da educação e da arte/cultura popular?

Como agiram as forças da reação contrárias aos avanços
civilizatórios que estavam sendo gestados pela geração 1960?

E como reagiram os jovens estudantes com relação ao golpe
sofrido?

O que podemos aprender com as descobertas e  acertos da geração de 1960, assim também com
seus erros e equívocos? Em  especial com um golpe em curso, o qual utiliza argumentos semelhantes ao golpe de 1964 para barrar avanços civilizatórios perseguidos desde a  redemocratização a partir da  década de
1980?




José Vieira da Cruz é Professor Adjunto IV da Universidade Federal de Sergipe, vinculado ao Núcleo de Graduação em Educação em Ciências Agrárias e da Terra do Campus do Sertão – NECATS/CAMPUSSER, desde 06/07/2020.

Licenciado em História pela UFS (1998), mestre em Sociologia também pela UFS (2003) e doutor em História pela UFBA (2012).

 Foi Vice-reitor da Universidade Federal de Alagoas entre 21/01/2016 a 22/01/2020, Coordenador do Curso de História -UFAL – Campus do Sertão (2013-2015). Professor da Rede Estadual de Educação de Sergipe (1998-2013) e da Rede Municipal de Educação de Aracaju (2002-2013).

É autor do livro: “Da autonomia à resistência democrática: movimento estudantil, ensino superior e a sociedade em Sergipe, 1950-1985, publicado em 2017; do livro “Formação sócio-histórica do Brasil”, publicado em 2010; e um dos organizadores do livro “Manoel Bonfim e a América Latina: cem anos a publicação de América Latina: males de origem”, publicado em 2010. Além dessas publicações, tem mais de uma dezena de artigos científicos e de capítulos de livros.


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