Thiago Paulino
Em 2019…
Mais do que nunca se deve criar pontes e diálogos. O Brasil não pode dar as costas para si mesmo.
Brasileiros devem conhecer o que se passa com seu semelhante, com seu
irmão indígena que não tem sua tradição respeitada e que olha a natureza
como um santuário vivo. É preciso se sensibilizar como nosso irmão
homossexual que muitas vezes não pode demonstrar em público o seu
carinho por um parceiro. Necessário pisar num chão de uma escola
pública onde um professor ensinar como jogar um partida de futebol com
honestidade; ou de um a professora de dança que ensina a meninos que as
meninas precisam de respeito e possuem sentimentos.
O Brasil
precisa se reconhecer… reencontrar seu passado de dívida histórica
com o povo negro. Perceber que a oportundiade precisa ser distribuída,
reconhecer a força dos tambores na nossa cultura. Os tambores e
atabaques inclusive precisam despertar os movimentos sindicais e sociais
ainda arraigados a fórmulas antigas de tocar os corações das pessoas.
Em 2019… precisamos ver que família tem várias formas e cores. Mas
o amor se for sincero forma pessoas melhores. Que família é um porto
seguro, mas tem suas tempestades também de convivência. E para os
parentes distantes que pensam politicamente diferente… paciência e
diálogo de ideias além do recorte ideológico. O tom do diálogo quando
fraterno é mais eficiente. Sim … é árdua a tarefa e por vezes é
preciso recuar e silenciar, e outras vezes manter firme a opinião,
com todo respeito possível. Kardec disse certa vez: “discutiremos, mas
não disputaremos”.
Tenho vez por outra buscado essa arte de
conversar e sensibilizar sem necessariamente ter esse peso de querer
convencer ou converter. No fim das contas todos ser humano é dotado de
consciência. E no caminho de cada um sempre há pedras que dependendo
do nível de coragem e humildade podem virar pontes em vez muros.
Unamos uns aos outros e façamos a nossa parte!
Mais do que nunca se deve criar pontes e diálogos. O Brasil não pode dar as costas para si mesmo.
Brasileiros devem conhecer o que se passa com seu semelhante, com seu
irmão indígena que não tem sua tradição respeitada e que olha a natureza
como um santuário vivo. É preciso se sensibilizar como nosso irmão
homossexual que muitas vezes não pode demonstrar em público o seu
carinho por um parceiro. Necessário pisar num chão de uma escola
pública onde um professor ensinar como jogar um partida de futebol com
honestidade; ou de um a professora de dança que ensina a meninos que as
meninas precisam de respeito e possuem sentimentos.
O Brasil
precisa se reconhecer… reencontrar seu passado de dívida histórica
com o povo negro. Perceber que a oportundiade precisa ser distribuída,
reconhecer a força dos tambores na nossa cultura. Os tambores e
atabaques inclusive precisam despertar os movimentos sindicais e sociais
ainda arraigados a fórmulas antigas de tocar os corações das pessoas.
Em 2019… precisamos ver que família tem várias formas e cores. Mas
o amor se for sincero forma pessoas melhores. Que família é um porto
seguro, mas tem suas tempestades também de convivência. E para os
parentes distantes que pensam politicamente diferente… paciência e
diálogo de ideias além do recorte ideológico. O tom do diálogo quando
fraterno é mais eficiente. Sim … é árdua a tarefa e por vezes é
preciso recuar e silenciar, e outras vezes manter firme a opinião,
com todo respeito possível. Kardec disse certa vez: “discutiremos, mas
não disputaremos”.
Tenho vez por outra buscado essa arte de
conversar e sensibilizar sem necessariamente ter esse peso de querer
convencer ou converter. No fim das contas todos ser humano é dotado de
consciência. E no caminho de cada um sempre há pedras que dependendo
do nível de coragem e humildade podem virar pontes em vez muros.
Unamos uns aos outros e façamos a nossa parte!
———————
Se é pra não largar a mão de
ninguém. É hora de intelectuais, artistas, sindicalistas e etc.., ir
aonde o povo está. Penso que o afastamento, o distanciamento, as bolhas
formadas, explicam uma boa parte da tragédia que estamos vivendo. (Zezito de Oliveira)
ninguém. É hora de intelectuais, artistas, sindicalistas e etc.., ir
aonde o povo está. Penso que o afastamento, o distanciamento, as bolhas
formadas, explicam uma boa parte da tragédia que estamos vivendo. (Zezito de Oliveira)