Primeiro relato-sintese das reuniões das propostas de colaborativas SE, realizadas no final de semana (13 e 14 de julho de 2018)


Prezados
(as)

Na sexta
(13) e no sábado (14), tivemos reunião com o coletivo organizador do Sarau
Ensaio Secreto e com o coletivo organizador da Colaborativa Serigy (ColabSE)
 e Colaborativa Poverello.

Algumas
questões importantes apareceram nestes dois momentos, e que vale a pena ser
registrado e compartilhado. Há uma segunda parte que seguirá depois, com o
relatório da reunião com as duas últimas colaborativas citadas.

  1. Na reunião com o pessoal do
    Ensaio Secreto (primeiro contato), destacamos que pelo fato deles ter um
    conceito  e práticas de trabalho bem semelhante a proposta da
    colaborativa, além de um fazer artístico e cultural bem constante , é
    importante que caminhem  independente do ritmo  geral do
    arranjo  produtivo colaborativa Serigy, o qual está sendo feito com
    uma velocidade menor,  mas que caminhem como sujeitos do coletivo
    geral. Como articular essa relação,  coletivo menores e coletivo
    maior, foi pensado para ser um dos pontos da conversa que pretendemos ter
    com quem tem mais experiência e atuação como colaborativa na BA e em PE.
  2. Colocamos a importância de
    que produzam o mapa canvas, considerando a nossa experiência bem sucedida,
    assim como o portfólio e o projeto geral do evento, tendo em vista a
    necessidade de viabilizar parcerias e apoio, além da captação de recursos.
  3. Foi colocado a 
    necessidade de acessar os vídeos e materiais que estão disponibilizado no
    blog da Ação Cultural, além da participação na viagem de intercâmbio com
    colaborativas de Salvador e Recife.
  4. Já na reunião do sábado (14)
    , vale a pena registrar o cuidado do Pe. Soares e Duany na preparação e
    organização do local.  Em termos de experiência,  ficou claro
    que não é muito positivo fazer duas reuniões na mesma tarde, como fizemos.
    A primeira com a articulação da ColabSE e a segunda  com os jovens da
    Poverello. Isso porque o atraso na primeira reunião,  comprometeu a
    qualidade da segunda. Em outras palavras, atrapalhou  o
    aprofundamento de questões especificas da proposta da ColabPoverello. .
  5. Um aspecto interessante e
    bastante legal,  foi o fato de utilizarmos opiniões registradas na
    plataforma corais, sobre um dos itens da pauta, as quais foram lidas,
    mesmo com ausência dos que escreveram. O que de certa maneira, permitiu com
    que, mesmo ausentes da reunião, três pessoas se fizessem presentes com
    suas opiniões. Vale destacar que um desses três, chegou na metade da tarde
    e ainda deu tempo para ajudar a facilitar a discussão do tema “Valores,
    missão e visão de futuro”.
  6. Na discussão com os jovens
    da ColabPoverello, percebemos a necessidade de que todos os vídeos sejam
    assistidos pelos interessados na proposta. Isso serve como sugestão para
    os demais interessados em discutir a proposta da colaborativa. Nesse
    sentido, é recomendável baixar os mesmos e ver quem dispõe de computador
    para reunir o grupo em torno. Isso facilita bastante para o avanço da
    proposta de discussão quando forma facilitar um debate de apresentação da
    proposta, facilitando o aprofundamento.
  7. Foi lembrado sobre a necessidade
    de um acesso mais constante a Corais, por parte dos presentes, até porque
    a plataforma é um espaço de reunião, planejamento e produção. Uma das
    questões que ficou claro é que muitos só dispõe do celular para acesso. No
    caso da Poverello, foi solicitado a Duany que organize um momento para
    realizar exercício de navegação por meio do celular, com os companheiros
    (as) do grupo.

Para
ampliar o acesso de mais jovens da Poverello a computador, foi colocado por
Igor Gonçalves a possibilidade de obter doações de computadores descartados por
empresas, mas que podem ser reutilizados, mediante o trabalhado conhecido como
rede de metareciclagem.   Segundo a Wikipédia  “ A rede recebe computadores e peças de artigos eletrônicos, que
são usados para montar laboratórios de informática, onde são instalados programas de computador com licença livre, para
ensinar a sociedade a aproveitar melhor a tecnologia, utilizando-a para
diversos fins. É também estimulado o uso da internet para criar ambientes de circulação da
informação, passando as experimentações dos projetos socialmente engajados.
 MetaReciclagem é uma metodologia de perspectiva abrangente, um nome que
algumas pessoas usam para definir e identificar uma maneira de lidar com a
tecnologia, e que tem por objetivo a reapropriação tecnológica.
Estruturalmente, aproxima-se mais de um movimento que surgiu de baixo para cima
e que permanece aberto a quem quiser participar, sendo um conjunto emergente de
pessoas e organizações. É por isso que a MetaReciclagem não tem sedes, mas
esporos: laboratórios auto-geridos, totalmente adaptados e integrados às
características locais, mas integrados em rede.

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