TEMOS FOMES DE QUE?
pontuação, para projetos de roteiro ou de produção que leve em conta
temáticas que digam respeito ao nosso patrimônio artistico, cultural,
histórico e natural. E/ou produzir editais especificos.
Semana em homenagem a Marcelo Déda será realizada no Centro Cultural de Aracaju
Dos dias 7 a 11 de março, o Centro Cultural de Aracaju será palco de
uma grande homenagem ao ex- governador de Sergipe, Marcelo Déda.
A
proposta envolverá exibições de curtas sergipanos
produzidos/roterizados ou dirigidos pelo nosso saudoso Marcelo Déda,
entre os dias 7 de março a 10 de março, e uma comemoração especial no
dia 11 de março.
11 de março, faremos o lançamento do I Prêmio Marcelo Déda de Roteiro
Audiovisual. Serão premiados 3 roteiros, produzidos por realizadores(as)
sergipanos(as).
Confira a programação completa em: http://migre.me/wausn
precisamos disso?
abrangente ?
artísticos e intelectuais que tem as expressões culturais como oficio ou como objeto de pesquisa e estudo?
sentido, com o legado das gestões Gil/Juca no Ministério da Cultura e em outras
gestões de esquerda, como Recife/João Paulo (PT) -João Roberto Peixe- e São Paulo/Haddad (PT) -Juca
Ferreira/Nabil Bonduki– ?
Revelando Brasis , entre outros. Segundo o site do programa, “Revelando
os Brasis é um projeto de formação e inclusão audiovisual de moradores de
pequenas cidades. Qualquer brasileiro maior de 18 anos, residente em municípios
com até 20 mil habitantes, pode inscrever uma história original real ou de
ficção no Concurso Nacional de Histórias.”
a idéia do senso de pertencimento e da (s) identidade (s) cultural (ais) sergipana (s) e pouco se faz
concretamente. Cansei de ir ao simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras por causa
disso. Exemplo de um curta que utiliza elementos de nosso patrimônio cultural
imaterial e patrimônio natural, sem ser ou parecer “folclórico”. O “ Outro lado do rio”, O ambiente natural e a festa como pano de
fundo, já é o bastante.
Zezito de Oliveira – Educador e Realizador/Produtor Cultural.
imaginário. Mundos melhores ou piores.
NA ARTE TUDO É POSSIVEL! SÓ NÃO VALE QUALQUER COISA. (*)
A primeira vez que tive contato com algo relacionado ao trabalho do MC
Beijinho, foi através de um post com viés elitista e preconceituoso. Fui atrás
e encontrei a música, a situação ou contexto em que ele ficou conhecido, o envolvimento de Caetano Veloso e etc. Isso foi no inicio da semana.
No dia de hoje, acompanhei a polêmica provocada por algumas postagens do
colega Dennis Portell , com respostas de outros colegas que enriquecem o debate. Muitas delas expressam um viés
mais “livre”, de aceitação das diferenças, da necessidade de sabermos melhor
conviver com a diversidade cultural.
Ao final do debate penso que, o pensamento expresso por Dennis
Portell , é bem coerente com uma visão que se assemelha ao que penso. Até
porque, isso tem sido uma marca da minha trajetória de vida, mesmo antes de
ingressar na universidade e na carreira do magistério.
E como sempre, vejo como necessário que mais debates, estudos, ações
culturais sejam promovidos e /ou incentivados. Neste caso, podem sempre contar
com a nossa contribuição.
Obs. Também não gosto de generalizar como “pobre” ou
“ruím” tudo que é produzido por ou para a massa. Porém, não deixa de
ser verdade que a indústria cultural trabalha cada vez mais para reduzir ou
empobrecer o senso de estética e de ética da maioria da população. Isso reforçado pela
fragilidade da nossa estrutura de formação escolar.
Essa realidade também
colabora para alimentar a alienação necessária para o crescimento do fascismo. Portanto, a questão é mais séria do que supõe um debate restrito a questão
cultural stricto sensu.
O que disse Dennis Portell:
“Luto por um mundo onde um jovem possa sonhar em ser Jimmy Hendrix e não
Chimbinha, Carolina Maria de Jesus e não Anitta, Criolo e não MC Beijinho.
Eles querem limitar o nosso povo em termos de intelectualidade e talento.
Tomemos cuidado em não confundimos a contextualização histórica e social de
determinados casos e expressões artísticas, com aceitação de padrões impostos
por uma sociedade da futilidade do espetáculo e do entretenimento bárbaro como
saída para o nosso povo.
Como diz Sérgio Vaz:
Povo lindo, POVO INTELIGENTE.”
(*) escrito em uma camisa produzida por Ensaio Cultural 14 anos
Foto: Edinah Mary
Já ouvi comentários de que ninguém mereceu, a maioria dos presidentes
escolhidos para a Fundação Cultural de Cultura de Aracaju (Funcaju), com rara exceção. De Déda a João Alves.
Não é demais lembrar que já tivemos de tudo, desde preposto de empresário
ligado a cultura de massa baiana, até quem tem uma espécie de “fetiche” ou
obsessão pela cultura popular e não consegue pensar a cultura como um campo
dinâmico e plural.
Se isso é verdade, então é preciso estarmos presentes ao simpósio do
carnaval promovido pela nova gestão da Funcaju, assim como em outros momentos
em que a sociedade for chamada a dialogar.
Como já é lugar comum, um coletivo maior de artistas, intelectuais, professores e população em geral, com mais participação e incidência politica no espaço da formulação
e implementação de politicas culturais, colabora para a democratização politica
e cultural, tão cantada em prosa e verso.

Foto: Edinah Mary
Em tempo, ouvi numa conversa de corredor após o segundo dia do simpósio
realizado no dia de ontem (21/02/2017), a propósito da presença de grupo
folclóricos, como acontece no carnaval de Recife, como uma das alternativas
para ampliar a presença da população no carnaval de rua em Aracaju.
Porém, não
é demais lembrar, em se tratando de grupos folclóricos ou de cultura popular o
mais correto é, caso tenham ligação com o ciclo do carnaval. Por outro lado, o
que alimenta a vitalidade dos grupos de maracatus e caboclinhos do Recife,
entre outros, é a presença de crianças e jovens dentro dos mesmos. Muitos
brincantes ou foliões adultos que participam, já tem um trajetória de mais
tempo.
Neste sentido, investir nos tempos atuais em cultura popular é,
fundamentalmente considerar o papel do resgate do conhecimento da criatividade
popular, isso a serviço de processos artísticos e criativos com crianças e
jovens, incluindo a participação nos ciclos do Carnaval, do São João e do
Natal.
Diga-se de passagem, inclusive fazendo encontro de gerações. Com mestres e
brincantes mais idosos compartilhando saberes, fazeres e prazeres com os mais
jovens.
Dessa maneira, vale a pena pensar em um simpósio condensado para ir até
algumas escolas, preferencialmente reunindo alunos, professores e agentes
culturais comunitários envolvidos com ações culturais nas escolas e/ou nas
comunidades.
Ou seja, tem nada a ver reunir dezenas ou centenas de alunos no
pátio. O que interessa aqui, é um mínimo de quantidade com a atenção que o
debate merece, sobretudo por causa da qualidade surpreendente dos participantes
do segundo dia do simpósio.
P.S.: 1 – Urgente! Prefeituras e Governo do Estado. Via edital
preferencialmente, gravar docs. com os mestres e brincantes idosos. Um exemplo,
conversei para fazer isso em São Cristóvão, com seu Jorge, do grupo Folclórico
União, que dança reisado e taieira, isso via Ponto de Cultura Juventude e
Cidadania, mas não somos uma grande ong ou seja não temos capital$$ para isso.
P.S.: 2 – No caso de Aracaju, por causa da excepcional mesa de debates no
segundo dia do simpósio de carnaval, promovido pela atual gestão da Fundação de
Cultura de Aracaju.
P.S: 3- Que me desculpem os defensores da liberdade de temas para a produção
de audiovisual. Também sou, porém há questões que não podem esperar. Destaco: A
memória audiovisual da arte,dos artistas e dos intelectuais sergipanos,
incluindo os populares e orgânicos. Isso não exclui o tema livre. Um edital
pode ser dividido meio a meio, para isso e aquilo. Não precisa ser isso ou
aquilo.
Zezito de Oliveira é educador e realizador/produtor cultural.
Quando a cultura é base para a construção politica e econômica.
A direita só está indo pra cima de forma objetiva, porque construiu e
constrói as bases subjetivas necessárias nestes últimos anos. E isso remonta a
década de 1970.
Os pólos às vezes se invertem, mesmo que a base material ou a estrutura seja
o fundamento da organização da sociedade, a base imaterial ou a superestrutura,
da metade do século XX para cá, tem ocupado um espaço de relevância inimaginável.
Quem são os autores ligados ao pensamento critico que nos ajudam a perceber
isso?
Do contrário, continuando a enxergar a realidade com os mesmos óculos, não
conseguiremos avançar em termos de garantia das conquistas e de novas
transformações.
importante agregar ou melhor, interligar a formação cultural com a formação
politica.
texto do Professor Wladimir Vladimir Safatle, para embasar a afirmação acima:
das características maiores de certa tradição do pensamento crítico do século
20 foi a consciência da necessidade de pensar, de forma indissociável, crítica
social e crítica cultural.
o resultado da aceitação de uma premissa maior, a saber, a análise da produção
cultural do presente não deveria ser pensada apenas a partir das funções que
músicas, livros, peças de teatro e filmes desempenhariam na repetição dos
padrões vigentes da vida social.
Ou seja, tal produção não deveria ser pensada
apenas a partir da sociabilidade que ela sustenta, da reprodução das
identidades sociais que ela ajuda a perpetuar, do prazer e do entretenimento
que ela causa.
produção cultural deveria ser analisada a partir da emancipação social que ela
seria capaz de gerar. Desde Friedrich Schiller e seu “Educação Estética do
Homem”, havia a compreensão de que não existiria transformação social
possível sem uma “revolução na sensibilidade”, ou seja, sem que novas
formas de sentir ganhassem corpo, sem que novos circuitos de afetos emergissem.
isso, era necessária uma consciência crítica capaz de procurar a poesia que uma
sociedade transformada clamaria, a música que a anunciaria. Produzir a imagem
do que ainda não existe.
crítica sobre a cultura, nunca será possível fugir da alienação.”
Folha de São Paulo 03/02/2017
fevereiro de 2017
tinha em mente.
“O repente, o coco, a embolada, o samba de breque e o RAP.
Os murais mexicanos e os PAINÉIS DE GRAFITE.
Há muito mais o que conversarmos sobre arte popular e arte contemporânea, do
que supõe a nossa formação escolar e acadêmica.”
CONTRA A BARBÁRIE.
A idéia da evolução cultural e espiritual da humanidade, interessa e serve aos
objetivos da construção de uma sociedade mais democrática e mais justa.
contrário também é verdade, a degradação cultural e de valores éticos, também
favorece os interesses dos 1% mais ricos que exploram e oprimem os 99%
restantes, por meio das relações econômicas e sociais capitalistas.
sentido, a luta de classes também está permeada pelas lutas e realizações, que
visam tornar a arte e a cultura um componente fundamental da nossa cesta
básica, da nossa existência.
homem não vive somente do pão, assim fosse não seria homem, seria outro tipo de
animal.
Por isso, a indignação justa, a ira santa, de nossos melhores artistas,
intelectuais, professores, estudantes, jornalistas e a população consciente e
esclarecida, contra o atual “estado da arte” de nossa politica em
terras brasilis.
até aqui de cólera
E qualquer desatenção, faça não, pode ser a gota d´água… Breve homenagem a
Darcy Ribeiro e um brinde a Raduan Nassar no botequim mais próximo
http://brasil.elpais.com/…/17/opinion/1487365029_057236.html
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Ao denunciar o golpe, Raduan lava alma do Brasil
http://www.brasil247.com/…/Ao-denunciar-o-golpe-Raduan-lava…
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http://acaoculturalse.blogspot.com.br/…/play-list-arte-de-v…
fevereiro de 2017
progressista não descer as profundezas da nossa alma ou psique brasileira, não
teremos como sair do atoleiro. Fundamental para isso começar a descobrir ou
redescobrir Mário de Andrade, Darcy Ribeiro, Manoel Bonfim e etc..
Enquanto não
acontece a descolonização do pensamento e das práticas acadêmicas, isso é
tarefa para as organizações da sociedade civil, inclusive os partidos.
A importante contribuição da formação acadêmica para o mal estar na educação pública.
publicado no sábado, 18 de maio de 2013
Políticas culturais no governo Lula
Políticas culturais no governo Dilma – O livro se objetiva a analisar e avaliar as políticas culturais
executadas no primeiro mandato de Dilma Rousseff. A reflexão considera a
história dessas políticas no mundo e, principalmente, no país. O
percurso do Ministério da Cultura, no período, é apresentado e ao final
da análise o leitor terá conhecido as continuidades, descontinuidades,
avanços e retrocessos das políticas para a cultura.


