Apresentação da coreografia “samba de roda” – Oficina de dança moderna do Ponto de Cultura Juventude e Cidadania. Foto: Raoni Smith
Publicados originalmente no facebook.
O ABRAÇO DA ARTE E DA CULTURA COM A EDUCAÇÃO.
acontecem, porque cada vez mais aumenta o número de educadores e
gestores que percebem o quanto as escolas, precisam investir na melhoria
do background cultural ou das experiências de fundo e circunstanciais
de alunos e professores neste campo, o que não pode mais ser
desconsiderado como uma das saídas para fortalecer o processo
ensino-aprendizagem e melhorar o clima escolar.
e/ou arte-educadores, além dos agentes culturais comunitários, as
escolas podem oferecer o que precisam em termos da ampliação de
recursos, tanto materiais e financeiros, como humanos.
tudo que é humano, estes encontros também são atravessados por tensões e
conflitos, considerando o choque de lógicas de visão e de metodologias.
Como existem várias nuances e, por falta de tempo não temos como
detalhar neste momento, vamos ficar com o que considero como uma das
que provocam maior desconforto, a idéia de que artista ou arte-educador
não tem supermercado e condomínio para pagar, daí os valores irrisórios
pagos por alguns programas que ofertam oficinas culturais nas escolas,
como é o caso do Mais Educação e do Escola Aberta ou convites para que
artistas façam apresentações artísticas ou ministrem oficinas culturais
sem cachês.
quando esta não tem o programa “Mais Educação” ou “Ensino Médio Inovador”. Porque não se pode contratar profissionais artistas ou arte-educadores, mesmo de forma esporádica? E então temos como resposta: “O
recurso financeiro que a escola recebe, só contempla a compra de material
permanente como máquinas fotográficas, por exemplo, ou material de
custeio como cartolinas, giz cera, lápis de cor, pincel atômico e etc.”
Escolas,inclusive valorizando a remuneração do artista ou arte-educador, o qual buscou uma relação de parceria do Ministério da
Educação com o Ministério da Cultura, parceria na qual o primeiro entrou
com os recursos financeiros, e o segundo com a conhecimento técnico e
experiência no trato com metodologias no trabalho com arte e da cultura.
consequência, um edital que buscou reproduzir esta relação no âmbito
das escolas com artistas/grupos/coletivos/organizações que atuam com
arte e cultura.
Escolas encontra-se parado, inativo. Afirmamos isso porque não chegam
noticias de Brasilia a respeito da continuidade ou não do programa,
todavia os municípios e estados podem se apropriar da experiência e
adaptar a realidade de cada local.
seminário/pesquisa na cidade do Recife, seminário preparatório que
visava recolher subsídios para o lançamento do programa Mais Cultura nas
Escolas, o qual veio acontecer cerca de um ano e meio após o referido
seminário. Abaixo o relatório final da iniciativa e em seguida um texto
sobre a operacionalização do programa Mais Cultura nas Escolas.
Segundo Nino Karvan e Silvio Santos é uma das prioridades. Mas, porém,
todavia…. Como publiquei em minha timeline. “Em uma das últimas
conversas que tive com Alisson Couto, artista e assessor técnico da
Secretaria de Estado da Cultura e com Nino Karvan, diretor de cultura da
Funcaju. Fiz a pergunta em tom semelhante, mas de maneira não tão fácil para encontrar respostas satisfatórias imediatas, nos seguintes termos: Como trazer para o protagonismo da formulação dos planos
estaduais e municipais de cultura, a voz e o olhar de quem vive mais
afastado da cena artistica e cultural, mas que mesmo assim realiza uma
produção artistica e cultural reconhecida e comprometida com o melhor do
seu povo? Falamos a respeito de quem mora nas periferias e no interior.
Uma das possibilidade de respostas me veio, a partir das lembranças do
evento de inauguração da base comunitária do Projeto Pescando Memórias,
acontecido neste último final de semana.
Roda de conversa
intercalada com apresentações culturais da comunidade e parceiros, como
foi o caso da Unegro e do Ponto de Cultura Juventude e Cidadania, entre
outros. Assim também com outras atividades de cunho social, desportivo e
recreativo. Dentro da realidade onde vivem estas pessoas, com linguagem
simples e partindo do cotidiano em que elas vivem.
Do contrário,
teremos planos muito bem escritos ou bem elaborados, mais com pouca
base social e politica em favor da sua implementação.
Conclusão,
mais um belo documento para subsidiar discussões e estudos, mas com
pouco poder em incidência no desenvolvimento cultural de nossas cidades e
estados.
Compartilho essa experiência porque sei que muitos
gestores, artistas, intelectuais , técnicos e etc., também tem essa
preocupação.”
Mario Resende – quero saber de Aracaju. Do Estado,
pelo que sei, Neu Fontes já tem muito sobre. E mais, quero Plano escrito
sim. Cabe ao poder público executá-lo. Como iremos cobrar o quê não se
tem corpo?
Zezito de Oliveira – Leia o texto mais uma vez para entender o sentido, ou resumindo, não basta o plano tão somente.
Mario Resende – Eu entendi sim senhor. A experiência de Gestor Público há
anos, me ensinou que sem o documento fundante, essa discussão do ovo ou
da galinha, não sai do lugar. Quero o plano primeiro, a aplicação do
mesmo, cobraremos depois.
Zezito de Oliveira – Meu caro, já temos
bons planos sem vitalidade. Se o processo de construção do plano não
considerar a necessidade de dialogar com a base, a nossa esperança será
vã.
Zezito de Oliveira – Vê se entende a minha lógica, que não é excludente.
Zezito de Oliveira – Para ir além do mais do mesmo. Como aconteceu com tantas conferências setoriais e seus belos documentos.
Mario Resende – Caro Zezito, mande por aqui os planos que temos para
Dança, Teatro, Fotografia, Cultura Popular, Museus, Educação
Patrimonial, etc, que temos para Aracaju. Não conheço nenhum.
Zezito de Oliveira – Meu caro, reiterando e acrescentando. Já temos bons
planos sem vitalidade. Se o processo de construção do plano não
considerar a necessidade de dialogar com a base, a nossa esperança será
vã. Muitas cidades podem nos servir de exemplo, inclusive daqui de
Sergipe. Na verdade, é preciso considerarmos o processo, tanto
quanto o produto. Espero que Aracaju possa ir mais além, no sentido da
minha afirmação. Além de elaborar o plano municipal , desenvolver um
processo de discussão com a sociedade em uma sentido mais amplo, não
apenas com os mesmos de sempre, que fortaleça um movimento social pró
cultura. Considero pertinente e oportuna a sua provocação, o que faço
aqui é propor irmos mais além.
PARA QUEM GOSTA DE UM BOM DEBATE SOBRE POLITICA E GESTÃO CULTURAL. AGRADEÇO A MÁRIO RESENDE PELA OPORTUNIDADE.
Publicado em 08.02.2017
CENTRO DE CRIATIVIDADE E COMPLEXO CULTURAL GONZAGÃO. REFORMAR PRA QUE?
Celebração de abertura das atividades da Caravana Arcoiris por La Paz. Centro de Criatividade em Fevereiro de 2007. Foto: Divulgação
“Passando todo dia pelo centro de criatividade,sempre pensei na falta
que aquele lugar faz tanto pra comunidade e tanto pra mim,que na época
de criança,ia assistir peças,e o mais marcante a coroação do rei
Momo,não lembro o porque do Centro de Criatividade ser desativado, e por
quanto tempo ficou fechado, e ainda está (agora em reforma).
Quando vi a notícia da sua reforma e ela já ter iniciando, fiquei muito contente, mais um espaço será aproveitado,
reativado, aonde os jovens vão poder usar aquelas salas para aprender
várias coisas, como foi no tempo dos tios,dos primos, dos avós e por aí
vai, aí que surge o Será?, será mesmo que o Centro de Criatividade vai
ser aproveitado,como era antes? Ou será que ele vai ser igual ao nosso
Gonzagão? ah, sim o Gonzagão, aprendi muita coisa lá também, fiz
dança do ventre, subi em tecido, aprendi malabarismo, e o mais importante o
Gonzagão e a comunidade eram tipo família, hoje me pergunto o que era o
Gonzagão? O que resta do Gonzagão e o que é o Gonzagão? Qual a
importância dele? (historicamente tem importância sim) e hoje?
E espero que o nosso Centro de Criatividade não vá ter esse mesmo fim. (de novo). Por mais que eu goste desses lugares,chegou um tempo que eles passaram ou passam apenas de lembranças!”
Maíra Ramos é estudante, integra o núcleo de audiovisual da Ação Cultural e é agente cultural.
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Tens toda razão Maíra Ramos, os governos investem construção e/ou em
reformas, mas não investem em pessoas e recursos que possam dinamizar e
inovar a utilização destes locais. Um exemplo foi o Gonzagão, só
conseguimos isso que você cita, por causa da nossa visão e experiência
em trabalhar com cultura de base comunitária, compartilhada pelas outras
três pessoas que levei para compor a nossa equipe após sermos
convidados para a direção, nos anos de 2007 a 2009. E também, por
causa do “presente” que foi a estadia da Caravana ArcoÍris pela Paz por
mais de um ano no Gonzagão, além da parceria que fizemos com alguns
agentes culturais da comunidade como Dona Genilda e Rogerio Valença
entre outros . Tenho gratidão ao secretário Luis Alberto (in memorian)
por ter autorizado a presença dos companheiros (as) da Caravana
Arcoiris, porém, a falta de recursos financeiros, inclusive para a
permanência de duas integrantes dessa equipe, Lucy Guerra e outra que
não lembro o nome no momento, além da visão conservadora do secretário e
da maior parte da sua equipe, tornaram praticamente inviável a nossa
permanência. A destacar, visão conservadora e de esquerda no campo da
cultura. Um paradoxo ou contradição, mas é o que muito em Sergipe se
encontra. Me refiro ao pensamento de muitos técnicos e gestores, ou a
maioria para ser mais sincero. Merece um estudo acadêmico. Parabéns pelo
post.
Zezito de Oliveira – educador e realizador/produtor cultural
Publicado em 07.01.2017
OUÇA A PLAYLIST.
A ARTE DE VIVER DA ARTE. AQUI
ARTE NA ESCOLA: LIMITES E POSSIBILIDADES.
A
arte é quem oferece as melhores possibilidades para a criação e
recriação dos sujeitos, tanto no plano pessoal, como no plano coletivo.
A educação também faz isso, porém de forma bastante limitada ou
restrita. Isso em razão do perigo que representa sujeitos mais
reflexivos, críticos, criativos e solidários. Considerando a necessidade
de uma força de trabalho alienada, ajustada, submissa e reprodutora do
ideário capitalista e liberal.
Por isso, o trabalho do professor de arte
é bem mais desafiante. Porque uma ou duas aulas por semana, com turmas
grandes, em salas e prédios anti arte, além da influência potente da
cultura de massa.
última também reduz e limita bastante o papel da arte. Pois no geral
está servindo para padronizar e nivelar por baixo o gosto e as práticas
artísticas.
Há um discurso como tendência, por parte de
institutos e fundações empresariais em prol de uma presença mais intensa
de processos artísticos e culturais dentro da escola, porém limitado
pela necessidade de organização dos processos metodológicos e de gestão
escolar, que não extrapole para uma libertação ou emancipação mais
radical ou perigosa de alunos e professores.
Isso porque, o
sistema de controle e dominação da escola fordista da primeira revolução
industrial atualmente é insustentável, em razão de alguns fatores,
inclusive pelas possibilidade de acesso mais fácil a tecnologias
interativas e porque não dizer, também democratizadoras das relações de
poder, porém é necessário manter a interatividade e a democracia “imune”
aos perigos de uma mudança mais profunda do sistema politico e
econômico em favor da maioria da população, a qual poderá contar com a
colaboração da escola se esta for mais livre. E com pouca arte ou com
arte controlada e limitada, não é tem como isso acontecer.
Conclusão: A arte só é bem vinda na escola, quando o seu potencial é
bastante reduzido. E para isso mantêm-se dificuldades crônicas e
históricas de todo o tipo , como a não construção de salas exclusivas
e/ou auditórios na escola.
No geral, o que é esperado do
professor de arte é o papel de organizador /decorador de festas e
desfiles, além de responsável por algumas apresentações para os eventos
da escola. Estas irão colaborar para que o evento não seja resumido as
apresentações dos alunos, as quais conforme defende o “populismo
pedagógico”, pode ser o que eles quiserem, ou o que eles conhecem, na
maioria das vezes, com forte preponderância do que ouvem ou assistem nos
programas populares de rádio e televisão.
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O NOSSO PROTAGONISMO NA DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DAS POLITICAS
CULTURAIS, PRECISAMOS ESPERAR A ORDEM DO MESTRE PREFEITO OU DO MESTRE
SECRETÁRIO?
Pobre de uma cidade ou estado em que artistas e/ou agentes culturais, precisam aguardar o sinal verde dos gestores de plantão, para discutir sobre o seu oficio e
propor/realizar empreendimentos em conjunto. Também percebo isso em
muita escolas, com equipe diretivas e técnicos educacionais, o que traz
como resultado uma educação cada vez mais empobrecida e empobrecedora.
Me lembra a brincadeira popular “Boca de Forno”. Para quem não conhece
ou tem pouca lembrança: “ Começa falando. Boca do forno? e as outras
pessoas respondem Forno. Fará tudo que o seu mestre mandar? os outros
respondem Faremos. E se não fizer? os outros respondem . Receberemos
bolo. Aí quem faz a pergunta manda um dos participantes fazer alguma
coisa e se não fizer leva uma palmada ou bolo na mão.” Glorita
Contrariando esse determinismo de esperar pela gestão encantada, a Ação
Cultural/Ponto de Cultura Juventude e Cidadania participou mais uma vez,
de uma ação conjunta com o Projeto Pescando Memórias, no povoado São
Brás, que desenvolve ações de educação patrimonial e turismo de base
comunitária.
Da mesma maneira, no mês de maio, estaremos nos
somando a agentes de pastoral ligados a Paróquia São Francisco de Assis
(bairro Santos Dumont), as Cebs e ao Cebi para organizar a 3ª Jornada
Ecologia e Espiritualidade.
Esperamos afirmar na ação, e não
somente em palavras, o quão necessário e urgente é passarmos de atores
coadjuvantes para protagonistas das politicas, gestão e produção
cultural em nossas cidades.
Se temos gestores e técnicos que
compreendem e valorizam, maravilha, do contrário, com certeza os nossos
trabalhos coletivos incansáveis e insistentes, criarão o caldo de
cultura necessário para que tenhamos tempos melhores no futuro,
inclusive quanto aos administradores de nossas cidades, alguns inclusive
frutos desses trabalhos.
Afinal como diz o verso de uma canção. “A gente faz um país”. https://www.youtube.com/watch?v=zinakoNiLqg
Roda de Conversa realizada como parte da inauguração da base
comunitária do Projeto Pescando Memórias, no último sábado. 4 de
Fevereiro de 2017.
Foto: Maira Ramos
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Lançar um edital para selecionar estudantes universitários ou
pesquisadores para realizarem biografias sobre icones da cultura local.
Nomes como João Melo, Irmão. J. Inácio e etc..
O governo do estado pode utilizar o Banese. Vamos reforçar esta demanda nos fóruns de debates sobre cultura.
Vale também editais de produção audiovisual com essa temática.
Para o governador e prefeitos de Aracaju,São Cristóvão, Laranjeiras e
outras cidades históricas. Para os de hoje e os de ontem. Para os de
ontem, só para lembrar como abusaram da retórica e da nossa paciência. A
exceção do governador Marcelo Déda, governador que mais investiu em
ações voltadas para a preservação e manutenção de nosso patrimônio
histórico e cultural. Vide o Museu da Gente Sergipana. Palácio Museu
Olimpio Campos e Centro Cultural de Aracaju, cuja construção foi
iniciada na época em que Déda foi prefeito da capital.
Publicado em 05 de fevereiro
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artística da preferência de cada um ou um artista vinculado, assim como
a apresentação de um trabalho prático. Neste caso, por exemplo, quem
escolheu a dança apresenta coreografias, quem escolheu a linguagem da
música, uma apresentação em forma de coral, quem escolheu o desenho, um
cartaz com desenho de próprio punho.
pesquisar sobre dança de rua, dança nordestina, dança moderna ou sobre
um artista vinculado a essa linguagem como Isadora Duncan, Ana
Botafogo, Ivaldo Bertazzo e etc. Quem gosta de desenho ou pintura pode
pesquisar sobre a semana de arte moderna, grafite, sobre a produção do
filme Cidade Cinza, panorâmica sobre a pintura no Brasil.
reduzido. Mesmo as meninas que fazem parte de projetos culturais na
comunidade, incluindo um projeto de ballet, tem muito pouco
conhecimento sobre aspectos históricos relacionados a linguagem. Todavia
um dos grupos que apresentou coreografias, obteve um grande destaque
em termos de técnica e beleza, pelo fato de todas as componentes
participarem de projetos de dança na comunidade. O projeto de ballet e a
oficina de dança do Ponto de Cultura Juventude e Cidadania.
para um outro grupo que escolheu a dança, a sugestão apresentada foi
ensaiar uma coreografia disponibilizada na internet da música Pérola
Negra, gravada por Daniela Mercury. Mas no entanto a proposta é
rejeitada, pelo fato de uma parte das componente do grupo serem
evangélicas.
da pesquisa, um conhecido MC do mundo em vivem, o professor um tanto
perplexo solicita outro artista, daí então descobre simplesmente que a
enorme diversidade de estilos e gêneros musicais simplesmente não existe
para eles. O repertório musical do grupo está reduzido aos artistas do
pagode, funk e sertanejo que tocam nas rádios populares.
professores oficineiros e professores orientadores pedagógicos com
formação e experiência, podem colaborar bastante para ampliar e
qualificar o repertório cultural das crianças, adolescentes e jovens da
periferia. O que atrapalha é a descontinuidade ou o improviso na
contratação de pessoal, muitas das vezes, nem tão habilitados assim.
para compartilhar perplexidades e principalmente soluções de curto,
médio e longo prazo para os diversos problemas que dizem respeito ao
ensino da arte e cultura na escola.
cada vez mais o diálogo do ensino de artes enquanto conteúdo
programático ou matéria, com outras afins e com iniciativas culturais
da ou na comunidade.
de questões ligadas ao preconceito religioso e a indústria cultural,
inclusive por causa do pouco tempo na carga horária. Por isso, o diálogo
necessário com as outras matérias das áreas de humanas e linguagens.
discutir em cima do que eles gostam, problematizando o porque eles ouvem
e gostam de determinado artista pode ser uma boa estratégia. Discutir
com eles que valores e conceitos estão embutidos nestas preferências e
quais interesses atendem, pode ser um bom caminho para perceberam a
necessidade de ampliação do horizonte estético e cultural de cada um.
Utilizar elementos da cultura de massa também na composição de trabalhos
artisticos, buscando conexões com outras culturas, até mesmo a erudita.
A orquestra sinfônica brasileira apresentou no ano de 2015, concerto em
homenagem a cidade do Rio de Janeiro, agregando em alguns momentos o
funk e a bateria de uma escola de samba.
o enriquecimento ou não do repertório artistico-cultural terá impacto
positivo ou negativo no futuro da vida estudantil, profissional e nos
relacionamento interpessoais.
mais os colegas das matérias de Arte, História, Sociologia, Literatura,
Português. Geografia, Educação Fisica e das demais disciplinas estão
pensando ou fazendo com relação a isso. Vamos conversar um pouco? A
SEED, o SINTESE e a CIENART ( Feira Estadual de Ciências,
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filme tratando de temas da realidade histórica, social e cultural,
quinzenalmente, preferencialmente assistido e debatido em grupo, para
ficar pensando melhor.
redação e Ciências Humanas e suas Tecnologias que inclui história,
sociologia, geografia e filosofia.
Assim como em Linguagens e Códigos que inclui português, literatura, artes, educação física e línguas (inglês e espanhol).
https://www.facebook.com/Cineclube-Realidade-1693783597519…/

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FELICIDADE, PASSEI NO VESTIBULAR, MAS A FACULDADE É PARTICULAR.
Muitos professores e gestores preferem não mais pagar o ônus de
reprovar uma grande quantidade de alunos, por razões “justificadas” e
por outras nem tanto.
Essa situação permite com que seja mantida
uma falsa idéia, a qual se crê que o aluno aprovado está apto para
cursar a série seguinte.
Quando o aluno concluir o ensino médio
ou mesmo antes, e for buscar uma colocação qualificada e com melhores
salários no mercado de trabalho, ou buscar vagas nos Institutos Federais
de Educação ou em Universidade Públicas, o problema da fragilidade da
formação educacional lhe será mostrada como um choque de realidade.
Os indicadores para confirmar o que está escrito acima, pode ser
constatado pelo tempo de demora para conseguir vagas no mercado de
trabalho, ou pelas dificuldades para encontrar vagas no mercado com
melhores salários e/ou com melhores condições de trabalho.
Outro
indicador é a nota baixa no ENEM e consequentemente, a busca por
faculdades particulares oferecendo facilidades para aprovação no
vestibular , assim como baixas mensalidades para cursos, cuja maioria já
estão com vagas saturadas no mercado de trabalho ou de baixas
possibilidade para inserção. Reportagens de jornalistas independentes
ou estudos acadêmicos são bem vindos, para que a opinião expressa acima,
não pareça preconceito ou exagero. Aliás quem quiser, pode começar
pesquisando a sua volta, com amigos, familiares, vizinhos e etc.
Um bom sinal disso é a quantidade de profissionais frustrados que ganham
salário minimo, mesmo com formação de nível superior, isso quando
conseguem emprego na área em que fez o curso. E neste caso, pior para
quem contraiu dívidas com o crédito educativo.
Tudo isso é o
preço que se paga no futuro por termos cada vez menos professores
exigentes ou “enjoados”. Lembrando, não trata-se aqui de defender os
excessos, mas pontuar que é necessário uma reflexão sobre essas
questões, a qual não é de responsabilidade exclusiva de professores e
alunos, mas cujas soluções não serão encontradas, caso estes não sejam
reconhecidas como atores centrais do processo.
Penso que pode-se
inovar, ser democrático, ser criativo e etc. Ao mesmo tempo que podemos
ensinar e aprender de verdade, de forma satisfatória e com
responsabilidade.
O processo das ocupações nas escolas nos
mostram isso, para quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir. Assim
como a metodologia pedagógica e de gestão da Escola da Ponte, a qual
inspira diversas escolas país e mundo afora, como no caso da Escola
Municipal Amorim Lima em SP. Outros preconizam soluções inspiradas em
modelos de gestão empresarial ou até mesmo com base no modelo militar.
Educação como campo de disputa, como tudo.
As gestões inspiradas
em ideais progressistas e/ou que se dizem de esquerda, nas escolas,
prefeituras e governos estaduais, podem colaborar bastante para
encontrar saídas para minimizar ou resolver o problema da “falsa
aprovação”, isso dentro do tempo da vida escolar dos alunos. Não
precisamos deixar que eles descubram a “verdadeira verdade” quando já
estiver passado muito tempo, o que certamente será motivo de sofrimento
psíquico para muitos e com qualidade de vida limitada em termos
materiais e culturais.
Detalhe importante, muitos alunos
evidentemente endossam o tipo de situação atual, porque não costumam
pensar muito no futuro. Aliás para que pensar? Para que alunos críticos?
Para que alunos com boa formação? Isso considerando os interesses de
muitos que são beneficiados por esse estado de coisas. O que seria da
propaganda de consumo capitalista? O que seria de muitos religiosos
mercenários? O que seria de muitos políticos que defendem interesses das
grandes empresas e conglomerados capitalistas?, com alunos que pensam
no futuro e com senso critico, preparados para desafiar o modelo e os
padrões de sociedade que lhes são impostos.
Zezito de Oliveira – Educador e Realizador/Produtor Cultura
l https://www.youtube.com/watch?v=L8K9YShmuHo
passei no vestibular Mas a faculdade é particular Particular, ela é
particular Particular, ela é particular Livros tão caros tantas taxas
pra pag…
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PRESENÇA
DO PONTO DE CULTURA JUVENTUDE E CIDADANIA E PARCEIROS NA FEIRA DE
ARTES E CIÊNCIAS DO EJA DA ESCOLA ESTADUAL JÚLIA TELES.
Fotos: Maíra Ramos – Integrante da oficina de audiovisual do Ponto de Cultura Juventude e Cidadania.
Mais uma apresentação da produção artística do Ponto de Cultura
Juventude e Cidadania e grupos parceiros. Desta vez , como abertura na
programação de encerramento das aulas do ensino de jovens e adultos da
Escola Estadual Júlia Teles, também culminância do projeto Feira de
Artes e Ciências.
Dentro da programação a apresentação de
companheiros e alunos da oficina de RAP Identidade Cultural e das
meninas do grupo Pop Star, apresentando a coreografia “Mix. De tudo um
pouco”. Dança moderna, regional, pop e ballet.
César Levines fez a
abertura, interpretou um Rap construído coletivamente na turma de
aprendizes no ano de 2015. Foi uma performance bem legal, porque César
Levines já está seguro por ter apresentado várias vezes essa canção, a
qual recebeu o nome de Rap da Identidade Cultural , além da presença
de cena bem leve e descontraída, o que tem agradado a uma galera
grande de amigos e admiradores, adolescentes como ele. Ouça aqui: https://soundcloud.com/…/1-musica-do-projeto-rap-identidade…
Em seguida pura emoção, beleza, alegria e elegância na apresentação
das meninas do grupo Pop Star, interpretando coreografia utilizando
passos e movimentos de ballet mas, tendo como pano de fundo a clássica e
bela canção “Disparada” de Geraldo Vandré e Téo de Barros, na versão
gravada pelo cantor Daniel. Mistura bem interessante do erudito com o
regional. Ouça aqui: https://www.youtube.com/watch?v=_4pkbLgxFvs
Na sequência, a apresentação de dois Rap, um da autoria de Paulo
Junior que iniciou a participação na oficina de Rap Identidade Cultural
no ano de 2016 e que mostrou a sua criação autoral pela primeira vez na
mostra artística do Ponto de Cultura no Teatro Lourival Batista em
novembro de 2016. Trata-se de um Rap de denúncia social, mas em forma de
lamento, lamento que brota do fundo de uma alma sensível e comprometida
com a defesa da vida e da justiça, como fazem outros compositores em
forma de forró, samba, toada, reggae e etc.
Para finalizar a
sequência musical, a apresentação de um trabalho autoral do grupo de
Rap Filosofia de Loucos (FdL) apresentando um Rap consciente retratando
a realidade dos jovens que vivem na periferia, assim como as
necessidade de ficar experto para não cair nas armadilhas da sedução do
poder, do luxo, das drogas e etc.. A apresentação fechou com chave de
ouro o momento musical, porque os companheiros David e Wilian já tem um
bom tempo na cena do rap sergipano e portanto demonstraram um bom
domínio do espaço de apresentação, com um rap potente e de qualidade.
No retorno ao palco, as meninas do Pop Star e números coreográficos
com duas músicas pop. Neste caso, concluímos a programação em um bom
clima semelhante ao que vemos nos filmes High School Musical.
Mas para concluir mesmo, foram apresentados alguns trabalhos em vitrais
(pinturas em vidros), realizados por Dalila, mãe de um ex-aluno da
escola e que ao saber naquele momento que haveria apresentações
artísticas, resolveu levar seus trabalhos para serem divulgados. Dalila
afirmou na hora do acesso ao microfone que o trabalho artístico com a
pintura representa para ela uma forma de terapia. Pronto, como essa
frase Dalila “lacrou” a programação artística apresentada através do
relato acima e nas fotos abaixo.
E complementado a fala de
Dalila. “Mais arte é – remédios e drogas”. “Mais arte é + motivação
para o estudo.” “Mais arte é = mais conhecimento”. “Mais arte X
(multiplica) mais cidadania”. “Mais arte % (amplia/potencializa)
condições e oportunidades para paz”. MAIS ARTE E CULTURA DE QUALIDADE É
+ RECURSOS FINANCEIROS INVESTIDOS.
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sobre temáticas ligadas as questões das politicas públicas, direitos
humanos, ecologia, sexualidade, bíblia, pastoral e etc., depois você
vai para os sub-grupos ou tendas e se reúne com um grupo de pessoas
que, como você trabalha diretamente com a população, para confrontar o
que você ouviu, com o seu pensamento e prática própria e com a dos
outrxs componentes das tendas.
Estas tendas são agrupadas por interesses em oficinas artísticas e
culturais, acontecendo também como parte desse momento de encontro nas
tendas, formação artístico e cultural sob a orientação de
arte-educadores populares de diversas formações.
A solicitação
para a apresentação das conclusões destas discussões e vivências nas
tendas, é para que sejam realizadas utilizando elementos criativos e
estéticos. Como o curso busca trabalhar a dimensão integral, a questão
da espiritualidade permeia todos os trabalhos, porém sem pieguice ou
proselitismo, pois nem todos que participam tem religião, mesmo que a
maioria sejam formados por católicos, além de protestantes históricos,
alguns evangélicos e pessoas ligadas a outras denominações de fé.
Esse relato é mais para dizer sobre os limites do modelo de formação
inspirados no modelo clássico da academia, foi isso que me motivou a
escrever, do que para fazer propaganda do curso de verão ou de outros
inspirados no conceito da educação popular. Mas como é necessário
estarmos incomodados e conhecermos outras formas de pensar e de fazer ,
vale a pena buscar conhecer mais sobre o curso de verão e sobre a
educação popular. Lembrando, um dos maiores especialistas no assunto é
um brasileiro, o saudoso Paulo Freire.
Enquanto isso, me limito a
aceitar bem menos os convites para participar do velho modelo de
congressos, seminários, cursos, mesas redondas e etc. Entender a crise
da educação e a crise da sociedade passa por aí. Compreender o quanto
temos de autoritário, elitista, limitado/reduzido em nossos percursos de
formação, desde a educação básica até a Universidade. O pior é que
levamos isso para nossos espaços de trabalho, de luta e, às vezes até
mesmo para nossos espaços de festas.
Zezito de Oliveira – educador e realizador/produtor cultural.
http://novo.ceseep.org.br/?page_id=7122
Curso de Verão 2017 – Resumo dos Assessores
https://www.youtube.com/watch?v=XBGdM9V8z30
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Lembrando o alemão Carlos Marcos, a religião é a maconha ou o álcool do povo? Pode ser e pode não ser, e há quem diga que nenhuma das duas precisam necessariamente fazer mal.
O mal acontece quando uma e outras entram na roda da fortuna
capitalista, pois neste caso o consumo, tanto o individual como o
coletivo precisa ser realizado em excesso.
Por isso é bom o
curso de verão do Ceseep, na PUC-SP .
Neste curso os elementos
ligados a espiritualidade estão presentes, mas você não fica chapado ou
de fogo excessivo.
Para isso não acontecer, o curso de verão
mistura espiritualidade com pensamento critico e com arte-educação. E
por isso, aceita pessoas de diversas religiões, com predominância de
cristãos. Os ateus ou agnósticos também podem participar do curso de
verão, “de boas”.
Como as elites econômicas e financeiras
nacionais e internacionais precisam ampliar o consumo excessivo das
espiritualidades alienantes, assim como dos diversos tipos de drogas
licitas ou ilicitas, é importante fortalecer espaços para a formação
humana integral, como o curso de verão .
30º Curso de Verão – EDUCAR PARA A PAZ EM TEMPO DE INJUSTIÇAS E VIOLÊNCIA – 6º dia – Rafael Silva
No dia 11/01/2017 ocorreu a primeira parte da palestra “Apocalipse:
tempos de perseguição e violência” com Rafael R. da Silva. Quem quiser
ir direto para a palestra pode assistir a partir do 49:20
https://www.youtube.com/watch?v=bSThSDB6a14
Escrito em 11 de janeiro de 2017
que achou da indicação de Silvio Santos para a presidência da Fundação
Cultural de Aracaju (Funcaju)? Um amigo me perguntou inbox, respondo
publicamente.
Uma das características de um eleitor de esquerda
ou de centro-esquerda é ser critico, em especial quando se é
intelectual, artista ou ativista no campo da cultura, e se for os três
em um, a critica pode ser mais vigorosa e mais fundamentada.
Um exemplo é quando acontece o anúncio do secretariado ou do
ministério, por parte de um novo prefeito, governador e presidente
progressista ou de esquerda.
Ontem, o prefeito eleito de
Aracaju, Edvaldo Nogueira (PC do B) , anunciou os nomes da sua equipe,
formado por pessoas vinculadas ao PT, PMDB, PRB e PSD, partidos que
fizeram parte da coligação vitoriosa e que tem como vice-prefeita, a
jornalista Eliane Aquino (PT), viúva do saudoso governador Marcelo
Déda.
Esta escolhida como secretária de assistência social,
cargo que reputo como o mais indicado para Eliane Aquino, tendo em vista
o histórico de sucesso e de realizações que vem trilhando, desde os
tempos em que foi presidente da ong Missão Criança, depois Recriando
Caminhos.
Já Silvio Santos, o escolhido para o cargo de
presidente da Fundação Cultural de Aracaju (Funcaju), foi vice-prefeito
de Edvaldo Nogueira, entre 2009 e 2012, e agora assume à pasta por
indicação do PT. É também presidente do Club Sportivo Sergipe.
Um ponto favorável, foi sindicalista, antes de trilhar carreira nos
meandros da politica partidária e institucional, atuou como dirigente
do sindicato dos bancários, com uma trajetória reconhecida de pessoa
simples, aberta ao diálogo. É capaz de ouvir e de encarar as
diferenças e as divergências com tranquilidade, sem considerar quem
critica como um perigoso adversário ou até inimigo em potencial.
Um dos pontos inicialmente criticados da escolha , foi o fato de não
ser da área artística ou cultural. O que nem sempre significa um
aspecto negativo, pois a maioria dos bons e maus gestores para a pasta
da cultura, nem sempre são artistas, pois temos e já tivemos artistas,
jornalistas, professores, sociólogos, antropólogos, economistas,
diplomatas e etc.. Bons e maus gestores, a depender da ótica e dos
interesses $$$ envolvidos na disputa de opinião.
O que
considero ideal é a escolha ouvindo os segmentos, porém isso ainda
levará tempo, pois a democracia brasileira ainda é bastante limitada,
inclusive por causa da baixa incidência de participação de artistas,
arte-educadores e ativistas culturais nos processos políticos do
cotidiano, tanto no plano da organização de base, como no plano do
protagonismo dentro dos espaços de discussão e decisão politica. O que
não é diferente de outros setores ou segmentos da população. E as
politicas e gestão cultural, podem colaborar para melhorar o quadro da
democracia de baixa intensidade, como fez o ministério da cultura, na
era Lula /Dilma.
Em termos de expectativa, o que esperamos do
novo titular da Funcaju, é a manutenção da mesma postura que desenhei
acima, o que não será difícil, pois é um retrato da sua postura e
comportamento e mais, um processo de escolha de auxiliares técnicos, que
considere a capacidade profissional como critério de escolha
determinante , em detrimento de aspectos ligados a amizade e a filiação
partidária, evidente que o campo da esquerda e da centro esquerda,
oferece um celeiro de profissionais de alto quilate no campo da arte e
da cultura, porém o espectro pode ser buscado do PT/PC do B ao PSOL,
passando pelos independentes ou anarquistas.
E foi por essa
razão, que Jackson Barreto, como prefeito de Aracaju deixou marcas
importantes para as politicas públicas culturais em nosso município ,
assim como a gestão no Ministério da Cultura, liderada pela dupla
Gilberto Gil e Juca Ferreira, durante os governos de Lula e Dilma.
No caso dos quadros técnicos que fizeram parte da equipe Gil/Juca, é
importante aproveitar o a experiência acumulada, em razão do
desempenho excepcional que tiveram, deixando um legado de realizações
que estão a merecer a atenção de muitos estudiosos e gestores, tanto do
Brasil, como de outros países.
Obs.
Inicialmente, a escolha de Gilberto Gil como ministro da cultura, não
foi bem recebida, em especial por sua passagem como presidente do órgão
equivalente em Salvador a nossa Funcaju, a Fundação Gregório de
Matos. A sua atuação a frente desse órgão de cultura, ficou a desejar.
P.S.: A que se considerar o fato da escolha de uma pessoa com o perfil,
experiência e trajetória de Silvio Santos, como uma demonstração de que
o prefeito Edvaldo Nogueira pretende corrigir os erros das escolhas de
Déda e dele próprio quando esteve prefeito na primeira vez.
Detalhe: Déda começou a melhorar com as escolhas no campo da cultura,
quando assumiu o cargo de governador. Essa melhora não exclui a
avaliação positiva e negativa não passional, com relação aos dois
detentores do cargo de secretário da cultura, no período em que Déda foi
governador.
O sindicato dos bancários, historicamente tem um papel
cultural relevante em nossa cidade. Mas, carece de estudos sobre isso,
por parte da academia. Também é necessário mais estudos sobre politica e
gestão cultural em Aracaju e em Sergipe. Inclusive sobre a primeira
gestão de Jackson Barreto como prefeito da cidade. Já a segunda foi uma
decepção. Quando encontrar tempo, escrevo mais sobre..
| Publicado em | 30 de dezembro de 2015 |






