determinados desejos ou demandas, basta explicar a lógica que está por trás. Há
situações que bem explicadas tornam desnecessárias muita discussão. Pois esta
mesma lógica não possibilita muitas saídas ou soluções, se permanecermos dentro
dela.
de demitir pessoas para diminuir custos. Se é uma empresa que funciona dentro
da lógica econômica capitalista, pode fazer sentido.
chegarmos a outras saídas ou soluções,
mas esta requer uma compreensão mais
aprofundada e, decerto que uma mudança
de perspectivas e até de conceitos duramente estabelecidos em nossa psique.
Não podemos esquecer, no caso da demissão de trabalhadores, quem permanece preso a lógica econômica capitalista, acredita que o sistema baseado na exploração do homem pelo homem e no lucro é um sistema único e que fora dele não existe outra forma melhor de produzir e distribuir riqueza e, portanto, demitir pessoas para maximizar lucros, é algo bastante natural.
necessita do cultivo de outros hábitos, outras formas de relações e outras formas
de acesso ao conhecimento, que não seja apenas por meio dos padrões
ou códigos racionais e cognitivos.
nos ensinam a compreender o que é diversidade cultural, o que é respeito ao
diferente, o que são relações de cooperação e horizontalidade, a ampliar ainda mais a consideração pelo feminino e pelas mulheres em geral, a ampliar ainda mais a consciência do que é e importância da diversidade religiosa, entre outras possibilidades.
formatos culturais como este, é uma boa oportunidade de cultivarmos outras
lógicas.
Buscando resgatar, recriar ou criar novas formas de cultivarmos a razão sensível.
Leia também..
https://leonardoboff.wordpress.com/2012/07/30/a-irracionalidade-da-razao-a-doenca-da-mente/
O mito do capitalismo “natural”
http://outraspalavras.net/posts/o-mito-do-capitalismo-natural/
UM ENSAIO, QUATRO ARTIGOS E MAIS VIDEOS SOBRE DANÇAS CIRCULARES
“Que impulso irresistível leva o homem a
dançar? Por que, ainda no estado natural mais primitivo, em lugar de
economizar suas energias para encontrá-las mais intactas no momento da
ação, necessária a seu sustento ou sua defesa, desperdiça-as em
movimentos fisicamente esgotantes?
Sem dúvida, por uma necessidade interior, muito mais próxima do campo
espiritual que do físico. Seus movimentos, que progressivamente vão se
ordenando em tempo e espaço, são a válvula de liberação de uma
tumultuosa vida interior que ainda escapa à análise. Em definitivo,
constituem formas de expressar os sentimentos: desejos, alegrias,
pesares, gratidão, respeito, temor, poder…
No entanto, esses sentimentos estão intimamente relacionados com a
necessidade material do grupo humano primitivo. Necessidade de amparo,
abrigo, alimento, defesa e conquista; de preocupação, saúde e
comunicação. Tais requisitos levam-no, primeiro, a observar a natureza e
a relação que existe entre os fenômenos naturais propícios ou
contrários à sua necessidade. A cada uma destas manifestações ele
atribui um espírito e uma vontade semelhantes à sua.
Leia mais:
http://acaoculturalse.blogspot.com/2008/03/danas-circulares-uma-proposta-cultural.html
3º Baile de Danças Circulares faz desconhecidos darem as mãos e proporciona um mosaico cultural
Tá certo…. o final de todo baile é o silêncio. Mas o desse baile foi
diferente. Não foi somente a música que acabou. Era um silêncio
diferente, daqueles que faz a gente olhar para dentro, refletir. Vamos
rodar a roda do tempo… antes do fim… vamos ao começo.
Findou que num sábado à noite, entre opções culturais noturnas de
Aracaju – é possível citar bandas de rock independente no pub do Capitão
Cook ou comer crustáceos e bater papo com os amigos nos barulhentos
bares da Passarela do Carangueijo – surgiu uma curiosa: um Baile de
Dança Circular.
Leia mais:
http://www.overmundo.com.br/overblog/baile-de-integracao
O primeiro contato que tive com as danças
circulares se deu em Recife, no ano de 1999, quando participei de um
primeiro encontro com William Vale, de Belo Horizonte. A partir de
então, continuo tendo essa experiência até os dias de hoje.
Ao receber o convite através do Centro Nordestino de Animação
Popular(PE), fiquei em dúvida se a proposta iria muito além de um
repertório com base nas divertidas (mas já conhecidas) rodas infantis. E
foi muito além mesmo! Pela primeira vez, tive contato com danças de
roda de adultos, oriundas de diversos povos e tradições, e de algumas
idealizadas por coreógrafos contemporâneos, com exceção das cirandas de
Olinda e Recife, a qual já me havia sido apresentada em outras ocasiões,
nas minhas andanças por Pernambuco.
Leia mais:
http://www.overmundo.com.br/overblog/a-danca-da-vida-2-movimento-1
Segundo Alcino Ferreira e Clemente Lizana(in
memorian), no texto “A questão do corpo nos movimentos populares”,
educadores populares da Equipe Habeas Corpus de Recife: “Os nossos
corpos são portadores, por assim dizer, de feridas e de cicatrizes
imprimidas pela organização do universo político e pela repressão
social.”
Já Frei Betto, em artigo de sua autoria intitulado corpo cósmico,
afirma: “Esse corpo que somos dorme e sonha, sofre e goza, sabe-se feliz
ou contrai-se em tristeza, esbanja saúde ou fragiliza-se na doença.
Sobretudo, é capaz de algo inacessível a todos os outros animais: sorrir
. E, no entanto, ainda vivemos num mundo submerso em lágrimas. Porque
esse corpo, provido de sentimentos e emoções, guarda rancores, iras e
ódios, embora tão capaz de compaixão, ternura e amor.”
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http://http://www.overmundo.com.br/overblog/a-danca-da-vida
O Baile de Danças Circulares realizado no
Gonzagão, no sábado, 11 de Outubro de 2008, encerrou com bastante
alegria, em Sergipe, o ciclo de comemoração ao centenário de nascimento
de Bernhard Wosien, iniciado com a realização da Roda Aberta de Diálogo
sobre as Danças Circulares, na noite do dia 26 de setembro, e
prosseguindo com a Oficina, nos dias 27 e 28 daquele mês, na Fundação de
Seguridade Social (GEAP).
O bailarino, coreógrafo e professor alemão Bernhard Wosien iniciou, a
partir dos anos 30 do século passado, o registro e difusão de muitas
danças tradicionais européias, tendo sido essa prática posteriormente
incorporada por pessoas de outros continentes, garantindo assim que o
patrimônio dançante das populações originárias e/ou tradicionais viesse a
ser experimentado pelas novas gerações.
http://www.overmundo.com.br/overblog/bailando-com-as-estrelas
Reportagem da Tv Aperipê sobre a Oficina de Danças Circulares de Janeiro de 2011.
http://www.youtube.com/user/acaoculturalsergipe1?feature=mhsn#p/u/0/yfogJxMZjRw