Novo CD traz canções com rimas e ritmos populares
“Zé Vicente da Esperança”
O novo CD de Zé Vicente já está nas Lojas Paulinas Brasil!
“Zé Vicente da Esperança”, mais um trabalho a serviço da vida e da
esperança. Uma das canções chama-se Ciranda do Menino Deus.
Zé Vicente fala do novo cd que está por vir! Mais um lançamento da Gravadora Paulinas-COMEP
ritmo popular e bem brasileiro. É Zé Vicente nos brindando de novo com
rimas que falam de amor, esperança, ecologia, diálogo entre raças e
tradições religiosas…
compositor-cantor, poeta popular, arte-educador… Zé Vicente é acima de
tudo um artista em sintonia com a caminhada de seu povo e que, por meio
da arte, vive em busca da construção permanente de relações de
solidariedade, identidade cultural, valores igualitários, respeito à
vida no meio ambiente, e ao próximo seja humano ou em qualquer ser
vivo.
lança o CD Zé Vicente da Esperança, seu 13º álbum pela gravadora
Paulinas-Comep. “Minha esperança é que esse CD seja de fato um marco na
caminhada dos jovens e de todo o povo que busca uma fé madura e
comprometida com as transformações sociais nesses tempos de tantos
desafios” afirma o cantor.
rimas e ritmos populares “são músicas populares celebrativas e
culturais” como ele mesmo diz.
estradas, em movimentos populares, encontros, oficinas e cursos dos
quais participa. O som é pontuado de sotaques regionais, das boas
coisas de nossa terra, ao ritmo do samba, do baião e maracatu,
misturando acordeom, metais, sopro, cordas e percussão. As letras e
rimas falam de esperança, ecologia, cidadania, justiça, diálogo entre
raças e tradições religiosas. São músicas que trazem grande riqueza
cultural e rítmica.
social”,parceria com o mineiro, Pe. Zé Antonio, um samba alegre,
otimista e cadenciado, que promove a cidadania e a justiça em defesa dos
direitos sociais, o refrão diz “Defender o direito. Respeitar a
justiça. Promover a vida. Eis a nossa missão”. Já na música “Bendição” o
ritmo gostoso do baião e a letra em rima exaltam a natureza e o amor do
criador por todas as coisas “Bendita e amada seja, na natureza. Toda
beleza que com certeza. O Deus da vida assim criou”.
pelo respeito às diferenças “De todos os cantos da terra, um só grito
se faz ouvir. Em todas a línguas e povos todos hão de perceber… O grito é
paz! O grito é paz.”,na interpretação, Emmanuel,irmão do saudoso cantor
Jessé, traz passa emoção e brilho.
do Acordeon, do arranjador Luiz Antonio Karam, dos músicos participantes
Adeíldo Lopes, Ocimar de Paula e Tico Delisa Nos solos,mais duas
convidadas: Raquel Passos,cantora capixaba e Ana Paula fsp, do Grupo
Chamas. Nos vocais: Maria Diniz, Rita Kfouri, Paulinho Campos e
Emmanuel.
na arte. Canta de forma celebrativa a fé, a resistência e a esperança
junto ao seu povo. O CD esta disponível em todas as livrarias Paulinas
pelo Brasil.
O CD “Zé Vicente da Esperança”, é o 13º álbum do cantor, que é também compositor e poeta
Orós (CE). Zé Vicente, cantor e compositor, é um artista preocupado com a
ecologia, em sintonia com a caminhada de seu povo. Por meio da arte, ele
defende todas as relações de solidariedade, de identidade cultural, de
valores igualitários, de respeito à vida
no meio ambiente, e ao próximo. Hoje, com mais de 30 anos de trajetória
artística musical, lança o CD “Zé Vicente da Esperança”, seu 13º álbum
pela gravadora Paulinas-Comep.
“Minha esperança é que esse CD seja de fato um marco na caminhada dos
jovens e de todo o povo que busca uma fé madura e comprometida com as
transformações sociais nesses tempos de tantos desafios”, afirma o
cantor. O álbum traz 14 canções inéditas, músicas com um tom festivo,
poesias, rimas e ritmos populares. “São músicas populares, celebrativas e
culturais”, diz.
O novo trabalho apresenta um som pontuado de
poemas e cores, das boas coisas de nossa terra, ao ritmo popular e bem
brasileiro. O artista novamente traz rimas que falam de amor, esperança,
ecologia, diálogo entre raças e tradições religiosas.
Neste
trabalho, participam Osvaldinho do Acordeon, o arranjador Luiz Antonio
Karam, os músicos Adeíldo Lopes, Ocimar de Paula e Tico Delisa. Nos
solos, duas convidadas, Raquel Passos, cantora capixaba, e Ana Paula do
Grupo Chamas. Nos vocais, Maria Diniz, Rita Kfouri, Paulinho Campos e
Emmanuel.
Poeta popular
Cearense, do sítio Aroeiras,
zona rural de Orós, Zé Vicente é ´naturalmente ecológico´, poeta popular
e educador por meio da arte. “Meu pai era paraibano do município de
Catolé do Rocha e minha mãe, cearense. Meus primeiros anos foram
mergulhados em clima de muita alegria, contato direto e permanente com a
roça, rodas de brincadeiras, músicas de Luiz Gonzaga, Nelson Gonçalves,
Angela Maria, Roberto Carlos e outros”, revela.
Oriundo de um
berço familiar católico, Zé Vicente cresceu na Igreja, nas novenas, nos
terços, benditos e missões de Frei Damião, além de uma intensa
participação nas Comunidades de Base e vivência com as músicas do Padre
Zezinho. “Conheci, naqueles dias, o velho e amado Patativa do Assaré.
Toda essa base, certamente teve uma grande influência para gerar em mim,
o artista que sou”, ressalta.
Em 1973, Zé Vicente passou a
morar na cidade de Iguatu, onde foi estudar. “Entrei no movimento
estudantil, mesmo limitado pela ditadura militar, nos grupos de jovens
da Igreja Católica,onde vivenciamos uma experiência de cinco anos com
teatro amador”, conta. Naquela época, surgiu o Teatro de Amadores de
Iguatu (TAI), que promovia apresentações de palco, com música e poesia.
“Foi meu começo como artista”, lembra.
O entusiasmo ocupava o
coração dos jovens que enfrentavam desafios e venciam obstáculos, pois o
cantor lembra que havia ameaças sutis de agentes da ditadura. No início
da década que pôs fim à ditadura militar, Zé Vicente iniciou as
primeiras composições. “Inaugurei uma produção que chamo de música
celebrativa”, definiu. “Tento circular entre uma dimensão mais social,
cultural e mística”, completa.
Em 1983, foram gravadas as
primeiras músicas pela Comep-Paulinas. Em 2013, faz 30 anos de carreira,
com 14 CDs gravados, e mais um livro de poemas com CD. “Tenho mais uns
três CDs gravados de maneira autônoma e participei de Projeto de um CD
para o Unicef, onde ajudei na coordenação artística, com Ângela Linhares
e outros artistas cearenses”, pontua.
Zé Vicente analisa que
no meio da música religiosa há trabalhos bons, mas existem também
composições que visam o mercado, de conteúdos e qualidade questionáveis.
“Busco cantar e ser fiel às nossas raízes culturais e à realidade
nordestina, tanto no estilo musical, quanto na poesia. Os temas mais
constantes vêm da tradição religiosa, com abertura social”, frisa.
Novo trabalho
O mais recente CD, com o título, Zé Vicente da Esperança´, na
explicação do próprio cantor, apresenta um novo sobrenome do poeta
ecologista e lavrador, filho do sertão, da seca, da força da natureza e
do povo nordestino, e que não abre mão da teimosa esperança. “É ela que
nos faz vencer o deserto e chegar à terra da fartura, da justiça e da
paz”.
Neste ano, Zé Vicente já passou por vários lugares do
Ceará, da Paraíba, Rio Grande do Norte, de Pernambuco, Piauí, Maranhão,
Espírito Santo e Brasília. A agenda está ocupada até dezembro. “Faço
encontros musicais, prefiro esse termo aos shows, e oficinas de música e
poesias na educação, na animação das pastorais sociais das Igrejas que
me chamam e dos movimentos da sociedade civil”, explica.
Outro projeto
Além da programação musical intensa, Zé Vicente a cada mês encontra
espaço e visita o recanto da roça, no sítio Aroeiras, em Orós, onde
promove o projeto Sertão Vivo, de arte, cuidados humanos e ambientais.
O projeto Sertão Vivo nasceu pelos idos de 1995, a partir do cuidado
com a terra. “Não queimamos à toa, não envenenamos´, frisou o cantor.
“São realizadas ações de arte-vida, trilhas ecológicas nos espaços
preservados, oficinas de música, teatro, pinturas, alimentação de
qualidade, terapias naturais e alternativas, fóruns sobre o lixo e
outros temas urgentes, festejos tradicionais, como São João, Natal,
aniversários, encontros com guardadores de experiências de chuvas e
sementes”, finaliza.
Mais informações
Zé Vicente
Município de Orós
Região Centro-Sul
Telefone: (85) 9997. 6177
e-mail: zvi@uol.com.br
