DATA: de 04 a 12 de Janeiro de 2014
Apresentação
Apresentação

JUVENTUDES EM FOCO: por políticas públicas inclusivas na educação,
trabalho e cultura é o tema do Curso de Verão de 2014. Juventudes, no
plural, enfatiza a diversidade do fenômeno juvenil do ponto de vista das
classes sociais, do contraste entre o urbano e o rural, entre a
periferia e as áreas urbanizadas nas cidades. Gênero, cor, raça, etnia,
inclusão ou exclusão digital, qualidade do ensino, acesso a equipamentos
culturais e de lazer e ao mercado de trabalho compõem o leque das
múltiplas desigualdades que afetam os jovens. O curso oferece um espaço
de diálogo, aprofundamento e compromisso em torno a temas que mais
preocupam a juventude: da violência ao extermínio de jovens negros; da
disseminação das drogas ao desemprego juvenil; da baixa qualidade do
ensino à desagregação familiar; da perda de sentido à crise ecológica. O
curso refletira sobre os caminhos para se remover os obstáculos para o
protagonismo juvenil na sociedade, nas igrejas e no estabelecimento de
políticas públicas transformadoras.
O CURSO DE VERÃO é um programa de FORMAÇÃOPOPULAR no campo
sócio-político-cultural, a partir da realidade e seus desafios, à luz da
Bíblia, Teologia, Pastoral e do empenho transformador da sociedade. É
um ESPAÇO ECUMÊNICO E INTER-RELIGIOSO de convivência, partilha de vida,
troca de experiências, celebração e compromisso. Acolhe participantes,
em especial JOVENS, empenhados na busca da compreensão e respeito entre
homens e mulheres de toda a família humana, no esforço para transformar
as pessoas e a sociedade na linha da justiça, solidariedade e
salvaguarda do meio ambiente.
É um curso realizado em MUTIRÃO. Pessoas, famílias, comunidades,
movimentos populares e instituições educativas e religiosas colocam-se
gratuitamente a serviço de sua preparação ao longo do ano e de sua
realização, na PUC de São Paulo, no mês de janeiro. O curso é de caráter
nacional organizado para um grande número de participantes. Oferece, ao
mesmo tempo, atenção muito pessoal a cada cursista que é acolhido em
grupos menores, dentro da metodologia da EDUCAÇÃO POPULAR, que combina
reflexão e criatividade, arte e celebração, vivência e compromisso.
Destinatário
Destinatário
Pessoas comprometidas – especialmente jovens – com trabalhos
pastorais, comunitários e com os movimentos populares e suas causas.
Conteúdo e Assessores
Conteúdo e Assessores
1- Protagonismo juvenil nas mudanças sociais, políticas e culturais da conjuntura internacional.
– Boaventura Souza Santos: Professor
jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e diretor
do seu Centro de Estudos Sociais. Professor visitante de diversas
universidades europeias e norte-americanas
2. Juventude e politicas públicas: encontros e desencontros
entre as demandas de movimentos, redes e grupos juvenis e as respostas
governamentais.
– Regina Novaes: Professora da
pós-graduação em antropologia e sociologia da UFRJ. Por dois anos foi
secretária nacional de juventude adjunta e presidente do Conselho
Nacional da Juventude. É pesquisadora do CNPQ e consultora da UNESCO.
3. Juventudes e trabalho.
– Márcio Pochmann: Economista, professor da UNICAMP, presidente do Instituto de Pesquisa Econömica Aplicada (IPEA) de 2007 a 2012.
4. A Juventude no Novo Testamento – condição para se entrar no Reino.
– Francisco Orofino: Biblista e educador
popular, assessor das CEBs e do CEBI. É professor de Teologia Bíblica no
Instituto Paulo VI, na diocese de Nova Iguaçu, RJ.
5- Tráfico humano e escravidão contemporânea: a Campanha da
Fraternidade 2014. Lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou.”
(Gl 5,1). .
– Ricardo Rezende Figueira: Professor da
UFRJ e coordenador do Grupo de Pesquisa Trabalho Escravo Contemporâneo
no Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos –
NEPP-DH/ CFCH/UFRJ
Custos, Descontos e Bolsas
Custos, Descontos e Bolsas
Valor: R$ 190,00
Desconto de R$ 20,00 para pagamentos até 14 de dezembro de 2013: R$ 170,00
Almoço: Cerca de 15% do salário mínimo vigente em janeiro de 2014, referentes ao almoço no restaurante da PUC, nos oito dias de curso.
Hospedagem: Os participantes são acolhidos
gratuitamente por famílias e comunidades envolvidas no mutirão, para
jantar, dormir e tomar o café da manhã.
*Bolsas: A comunidade ou movimento que confirmar presença de um grupo
de 05 (cinco) participantes, terá direito a uma inscrição gratuita.
Para isto, é preciso que na hora da inscrição identifique o grupo com
seus participantes.
Forma de Pagamento
Forma de Pagamento
Individual:
Efetuar o pagamento e fazer a inscrição depois.
Grupo:
Efetuar os depósitos de todas as pessoas do grupo juntos. Na hora de
confirmar as inscrições, escolher o nome do grupo de acordo com o
representante do grupo.
EXEMPLO: Faço parte do grupo do Fulano de Tal – telef. 00-0000-0000.
Dados para depósito bancário*:
Banco Itaú
Agência: 0251
Conta Corrente: 34307-5
Em nome do CESEEP (Centro Ecumênico de Serviços…)
*Se preferir efetuar um DOC, será necessário os seguintes dados:
CNPJ: 52.027.398/0001-53
Inscrição Estadual: Isento
*Também há a possibilidade de enviar via correio, cheque nominal e cruzado, ao CESEEP.
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JUVENTUDE E SEUS CAMINHOS – Opinião e Imagens
Crisóstomo -, que é coordenador Nacional da Pastoral da Juventude.
realizada na cidade do Crato, no Ceará, preparando o 13o Intereclesial das
CEBs, que vai acontecer em Juazeiro do Norte, Ceará, de 7 a 11 de janeiro de
2014, eu, frei Gilvander L. Moreira, entrevistei o Chiesco — Francisco Antônio
Crisóstomo -, que é coordenador Nacional da Pastoral da Juventude. Na
Entrevista, Chiesco fala da Juventude, sobre CEBs, Igreja e etc. Eu gravei para
socializar com você aqui no youtube. Obs.: Ampliada das CEBs refere-se à
Coordenação Nacional das CEBs do Brasil. Belo Horizonte, MG, Brasil.
Assista AQUI
agradecemos também aos painéis construídos por Rafael de Andrade, que expressam a realidade que devemos estar inseridos/as…
É por e com essa juventude que queremos seguir…Eis-me aqui, envia-me!!!
Assista AQUI
Juventudes |
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Tendo como eixo um debate entre jovens provenientes de diversas Saiba como adquirir, AQUI |
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desafeição dos jovens pelas religiões, em particular pelas religiões
tradicionais. Por exemplo, há dez anos atrás havia mais católicos de até
29 anos de idade do que hoje. É grande o número dos que se declaram sem
religião. Como Igreja, temos no ano de 2013 duas ótimas oportunidades
para nos concentrarmos na compreensão dessa realidade e buscarmos
melhorar a comunicação com os jovens: a campanha da fraternidade e a
jornada mundial da juventude.
anteriores com as novas e as vejam como portadoras de menos valores ou
mesmo as desqualifiquem. Não é de hoje, há registros de que já antes de
Cristo isso acontecia. Portanto, antes de interpretarmos a desafeição
dos jovens pela religião por esse viés ou ficarmos fazendo comparações
entre gerações, é preciso estar consciente de que as novas gerações são
em grande medida reflexo das anteriores e das condições históricas que
lhes foram legadas.
aprendizado mútuo entre as gerações. Gerações mais velhas têm muito a
ensinar, mas também muito a aprender com as mais novas. Temos muitos
bons exemplos disso ao longo de toda a história, e a Bíblia está
recheada deles: jovens profetas; jovens dispostos a ir para fornalha em
virtude de não abrir mão de sua fé e de suas convicções; Josué; Davi; o
próprio Jesus, que crescia em sabedoria, idade e graça; Maria, tão jovem
e tão disponível para o plano de Deus; e muitos dos seguidores
imediatos de Jesus. Em toda a história do cristianismo não foi
diferente, bem como na história do Brasil: basta lembrar os jovens
abolicionistas, os inconfidentes, os que resistiram à ditadura. Na
atualidade, também: os jovens dos fóruns sociais mundiais, dos
movimentos culturais, os que se empenham na conquista de direitos para
as minorias discriminadas; os jovens dos movimentos contra a economia
capitalista predadora; os jovens que, apesar da desafeição religiosa de
muitos, perseveram no empenho religioso.
não estar completamente envolvida com o status quo. Os jovens
despojam-se mais facilmente de preconceitos e tabus. As sociedades
dinâmicas aproveitam as potencialidades de que os jovens são portadores
para se revitalizar e renovar. Há até bem pouco tempo, como nos lembra o
prof. Jorge Cláudio Ribeiro, em artigo a seguir, a Igreja teve bastante
êxito na interação e evangelização dos jovens. Basta lembrar a Ação
Católica e a vitalidade de diversos movimentos juvenis. É fundamental,
portanto, nos concentrarmos em compreender quando e por que essa boa
relação se rompeu. Não são apenas os jovens que se distanciaram da
Igreja, esta também, infelizmente, tem perdido habilidades na interação
com eles e se distanciado.
questão de ampliar mais o arsenal midiático em concorrência com os meios
de comunicação evangélicos e de promover mais alguns padres cantores e
celebridades. Não é questão de quantidade de meios, mas de qualidade de
comunicação, que para acontecer precisa de confiança mútua entre as
lideranças católicas e os jovens. Não visar apenas a ensinar, mas também
a aprender; admirar os jovens e valorizar sua seiva renovadora.
Trata-se de transformação, mudanças de atitude, alocação de recursos,
reflexão teológica qualificada, mudança nas relações de poder. A
juventude tomou a palavra nos anos 60 e não estava disposta a abrir mão
dela em relações que visem apenas sua aceitação passiva e obediente, que
os tornem infantis. Deseja e tem o direito de participar, dialogar,
reinvidicar e decidir conjuntamente.
ajudar a juventude a amadurecer, a superar a mentalidade de que não tem
nada a aprender com as gerações anteriores e a superar o narcisismo e a
idolatria do prazer e da eterna juventude tão propalada na cultura
atual.


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