MPB: A história que o Brasil não conhece
Seu comentário em destaque:
- Olá. Sou pianista e musicólogo, e escrevi um post sobre o documentário
no blog do meu site, o www.zapmusico.com.br. No texto, aproveito o
ensejo do vídeo para fazer um comentário sobre o atual estado da MPB, e
convido as pessoas a refletirem sobre os porquês de suas escolhas
musicais. Fica aqui o convite para a leitura.Obrigado.
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Caros leitores do Blog Zap Músico,
secreta contra a Música Popular Brasileira, que remonta à década de
1960, conspiração essa revelada no vídeo que postamos abaixo.
Gostaríamos de convidá-los a assistir a esse vídeo e conhecer seus dados
estarrecedores, para depois continuarem lendo nossos comentários. O que
vocês verão no vídeo é realmente de arrepiar, mas pedimos que aguentem
firme e assistam até o fim, mesmo que se sintam ultrajados.
MPB – A História que o Brasil Não Conhece. AQUI
O post acima é o segundo em quantidade de acessos, no blog da Ação Cultural, são 300 acessos de 25 de abril até hoje, 4 de maio de 2013.
SAÍDAS!!
Lei da mídia democrática
avançar na garantia ao direito à comunicação para todos e todas. O que
isso significa? Significa ampliar a liberdade de expressão, para termos
mais diversidade e pluralidade na televisão e no rádio.
monopólios dos meios de comunicação, menos de dez famílias concentram
empresas de jornais, revistas, rádios, TVs e sites de comunicação no
país. Isso é um entrave para garantir a diversidade.
povo do campo, as crianças, aparecem na televisão brasileira? Como os
cidadãos das diversas regiões, com suas diferentes culturas, etnias e
características são representados? A liberdade de expressão não deveria
ser para todos e não apenas para os grupos que representam os interesses
econômicos e sociais de uma elite dominante? Existem espaços para a
produção e veiculação de conteúdos dos diversos segmentos da sociedade
na mídia brasileira?
diferentes. São anos de negação da pluralidade, décadas de imposição de
comportamentos, de padrões de negação da diversidade do povo brasileiro.
Além disso, a lei que orienta o serviço de comunicação completou
50 anos e não atende ao objetivo de ampliar a liberdade de expressão,
muito menos está em sintonia com os desafios atuais da convergência
tecnológica.
não diz como alcançá-las, o que deveria ser feito por leis.
Infelizmente, até hoje não houve iniciativa para regulamentar a
Constituição, nem do Congresso Nacional, nem do governo.
social se organizaram para encaminhar um Projeto de Lei de Iniciativa
Popular das Comunicações para regulamentar o que diz a Constituição em
relação às rádios e televisões brasileiras. A marca de 1 milhão e
trezentas mil assinaturas colocará o Projeto de Iniciativa Popular por
Mídia Democrática em debate no Congresso Nacional!
Vamos mudar a história da comunicação brasileira levando às ruas o debate da democratização da comunicação.
cenário das comunicações no país. Assine e divulgue aos seus familiares,
amigos e até desconhecidos!
democratização da comunicação e também para coletar assinaturas para o
projeto de lei. Panfleto, Formulário para coleta de assinaturas, o
Projeto de Lei. Imprima, distribua e colete as assinaturas em seu
Estado!
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CENA INDEPENDENTE Lucas Santtana defende rádios públicas como projeto nacional
AQUI
Este post acima é o recordista, até agora, 29 de abril de 2013, tem 645 acessos neste blog.
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O Fora do Eixo e seu intenso trabalho com difusão cultural em rede é pauta do programa “Ação”
Atualização em 8 de maio de 2013
Comissão da Câmara debate financiamento para comunicação pública
Sabrina Craide – Agência Brasil
07.05.2013 – 19h23 | Atualizado em 07.05.2013 – 19h29
Brasília – A comissão de Cultura da Câmara dos Deputados debateu hoje
(7) formas de financiamento para pequenas empresas de comunicação,
emissoras públicas e comunitárias. A deputada Jandira Feghali
(PCdoB-RJ), autora do requerimento para a audiência pública, sugeriu que
o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ofereça
linhas de financiamento a fundo perdido para desenvolver a comunicação
pública e alternativa no país.
Outra alternativa discutida na comissão foi a possibilidade de criação
de linhas de financiamento especiais para o setor, com juros menores.
“As mídias alternativas e livres são fundamentais sob a ótica da
cultura, porque essa diversidade cultural brasileira precisa ter meios
de difusão para a liberdade de pensamento do conhecimento, de
expressão”, disse a deputada.
A chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES,
Luciene Fernandes Gorgulho, explicou que os recursos não reembolsáveis
do banco são pequenos e já são usados em grande parte com ações que já
vem sendo feitas há muitos anos, como apoio a ações de preservação do
patrimônio histórico brasileiro, apoio ao desenvolvimento de pesquisa e
inovação, ações de combate à fome e à pobreza. “A proposta é meritória,
mas esses recursos são utilizados em focos difíceis de descontinuar”.
A representante do BNDES apresentou as formas de financiamento que já
estão disponíveis para o setor cultural e audiovisual. Segundo ela, além
das linhas de crédito ao setor empresarial, o banco oferece fundos de
investimento e recursos para o setor cinematográfico. Ela lembrou o
apoio do BNDES ao desenvolvimento de séries de animação nacionais como
Peixonauta e Meu Amigaozão.
O presidente da Empresas Brasil de Comunicação (EBC), Nelson Breve,
destacou a necessidade de liberação da contribuição para o fomento à
radiodifusão pública, que está sendo questionado na Justiça e atualmente
já tem cerca de R$ 1,5 bilhão depositado em juízo. “Se não resolvermos o
problema do financiamento, vamos sempre ter dificuldade de competir com
as emissoras comerciais e disputar audiência. Nossa lei diz que não
podemos só fazer um tipo de comunicação que não chegue às pessoas,
precisamos disputar audiência e para isso precisamos de investimentos em
tecnologia, em conteúdo e isso requer recursos”, explicou.
Em março deste ano, a Justiça Federal considerou legal a contribuição
das empresas de telecomunicações para o fomento à radiodifusão pública,
mas o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel
Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) recorreu em segunda instância contra
a decisão. Do total dos recursos arrecadados, 75% serão destinados à
EBC; 2,5% à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); e 22,5% ainda
deverá ser regulamentado.
Breve também lembrou que as emissoras de televisão educativas e
comunitárias vão precisar de recursos para promover a sua digitalização.
“Se tivermos um apagão analógico nos próximos três anos, se não houver
uma política para fomentar a modernização e digitalizar todo o processo
de produção dessas emissoras, vamos ter algumas que vão acabar
simplesmente, porque não haverá acesso ao público”.
A deputada Jandira Feghali disse que a comissão irá pedir uma audiência
com algum representante da diretoria do BNDES para discutir as formas
de financiamento para o setor e irá promover reuniões com a Secretaria
de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para debater a
destinação de verbas publicitárias do governo.
Edição: José Romildo
José Mujica enviará ao Parlamento o projeto da Lei de Meios
Portal EBC –
07.05.2013 – 16h27 | Atualizado em 07.05.2013 – 18h30
Presidente do Uruguai, José Mujica deve
encaminhar projeto sobre Lei de Meios esta semana ao Parlamento (Vince
Alongi / Creative Commons)
O presidente uruguaio, José Mujica, enviará nos próximos dias ao
Parlamento um projeto de lei de meios com cerca de 200 artigos. A
informação foi confirmada pelo deputado da Frente Ampla Aníval Pereya em entrevista à agência pública de notícias da Argentina, Télam.
Segundo Pereyra a lei estabelecerá regulação sobre permissões e
formação de grupos econômicos, além de direitos de audiência e direitos
de livre expressão. O projeto já está redigido e conseguiu no último
final de semana um grande respaldo do Movimento de Participação Popular
(MPP), o grupo da Frente Ampla mais votado nas eleições de 2009, ao qual
pertencem o presidente Mujica e sua esposa, a senadora Lucía
Topolansky.
“Trabalharemos com convicção em impulsionar a lei que assegura a
democratização dos meios massivos de comunicação”, expressa um dos
parágrafos da declaração emitida no Congresso do partido realizado neste
domingo (5).
A intenção do governo do presidente Mujica de estabelecer novas
regulações aos meios massivos de comunicação começou a ser trabalhada
desde o começo de seu mandato e os últimos detalhes do projeto foram
ajustados no início do ano.
A norma foi elaborada pelos ministérios da Industria e de Educação e
Cultura (MEC). Segundo fontes destas pastas, haverá uma forte ênfase em
remarcar a propriedade estatal do espectro radioelétrico, assim como
novas regulações em matéria de controles e diretivas para o bem estar
social, como as imagens de violência na televisão.
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