Sobre a conspiração ultra secreta contra a Música Popular Brasileira, que remonta à década de 1960.

MPB: A história que o Brasil não conhece

 

Seu comentário em destaque: 

Gabriel Ferraz
disse…

Olá. Sou pianista e musicólogo, e escrevi um post sobre o documentário
no blog do meu site, o www.zapmusico.com.br. No texto, aproveito o
ensejo do vídeo para fazer um comentário sobre o atual estado da MPB, e
convido as pessoas a refletirem sobre os porquês de suas escolhas
musicais. Fica aqui o convite para a leitura.

Obrigado.

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Caros leitores do Blog Zap Músico,

O post de hoje trata de um assunto muito sério: a conspiração ultra
secreta contra a Música Popular Brasileira, que remonta à década de
1960, conspiração essa revelada no vídeo que postamos abaixo.
Gostaríamos de convidá-los a assistir a esse vídeo e conhecer seus dados
estarrecedores, para depois continuarem lendo nossos comentários. O que
vocês verão no vídeo é realmente de arrepiar, mas pedimos que aguentem
firme e assistam até o fim, mesmo que se sintam ultrajados. 
 Leia/Assista , AQUI

 MPB – A História que o Brasil Não Conhece. AQUI

O post acima é o segundo em quantidade de acessos, no blog da Ação Cultural, são 300 acessos de 25 de abril até hoje, 4 de maio de 2013. 

  SAÍDAS!!


Lei da mídia democrática

Para construir um país mais democrático e desenvolvido precisamos
avançar na garantia ao direito à comunicação para todos e todas. O que
isso significa? Significa ampliar a liberdade de expressão, para termos
mais diversidade e pluralidade na televisão e no rádio.
Ainda que a Constituição Federal proíba os oligopólios e os
monopólios dos meios de comunicação, menos de dez famílias concentram
empresas de jornais, revistas, rádios, TVs e sites de comunicação no
país. Isso é um entrave para garantir a diversidade.
Pare e pense! Como o índio, o negro, as mulheres, os homossexuais, o
povo do campo, as crianças, aparecem na televisão brasileira? Como os
cidadãos das diversas regiões, com suas diferentes culturas, etnias e
características são representados? A liberdade de expressão não deveria
ser para todos e não apenas para os grupos que representam os interesses
econômicos e sociais de uma elite dominante? Existem espaços para a
produção e veiculação de conteúdos dos diversos segmentos da sociedade
na mídia brasileira?
A concentração impede a circulação de ideias e pontos de vista
diferentes. São anos de negação da pluralidade, décadas de imposição de
comportamentos, de padrões de negação da diversidade do povo brasileiro.

Além disso, a lei que orienta o serviço de comunicação completou
50 anos e não atende ao objetivo de ampliar a liberdade de expressão,
muito menos está em sintonia com os desafios atuais da convergência
tecnológica.
A Constituição de 1988 traz diretrizes importantes nesse sentido, mas
não diz como alcançá-las, o que deveria ser feito por leis.
Infelizmente, até hoje não houve iniciativa para regulamentar a
Constituição, nem do Congresso Nacional, nem do governo.
Diante desse cenário, entidades da sociedade civil e do movimento
social se organizaram para encaminhar um Projeto de Lei de Iniciativa
Popular das Comunicações para regulamentar o que diz a Constituição em
relação às rádios e televisões brasileiras. A marca de 1 milhão e
trezentas mil assinaturas colocará o Projeto de Iniciativa Popular por
Mídia Democrática em debate no Congresso Nacional!
Vamos mudar a história da comunicação brasileira levando às ruas o debate da democratização da comunicação.
Leia com atenção a proposta da sociedade civil que vai mudar o
cenário das comunicações no país. Assine e divulgue aos seus familiares,
amigos e até desconhecidos!
Nesta página você encontrará todo o material para divulgar a
democratização da comunicação e também para coletar assinaturas para o
projeto de lei. Panfleto, Formulário para coleta de assinaturas, o
Projeto de Lei. Imprima, distribua e colete as assinaturas em seu
Estado!
Boa luta para todos nós!  aqui
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CENA INDEPENDENTE Lucas Santtana defende rádios públicas como projeto nacional

 AQUI

Este post acima é o recordista, até agora, 29 de abril de 2013, tem 645 acessos neste blog. 

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 O Fora do Eixo e seu intenso trabalho com difusão cultural em rede é pauta do programa “Ação”

O
Fora do Eixo e seu intenso trabalho com difusão cultural em rede é
pauta do programa “Ação”, que foi  ao ar no sábado (27/04/2013 na Rede Globo.

Festivais independentes, Casas Fora do
Eixo, tecnologias sociais, vida coletiva, parcerias com artistas e um
raio X completo dessa rede de cultura independente formada há 7 anos no
país. A produção do programa conheceu diferentes pontos da rede e mostra
tudo.

AQUI
 

 
Atualização em 8 de maio de 2013

 

Início

Comissão da Câmara debate financiamento para comunicação pública

Sabrina Craide – Agência Brasil
07.05.2013 – 19h23 | Atualizado em 07.05.2013 – 19h29

Comissão da Câmara debate financiamento para comunicação pública (Divulgação)

Brasília – A comissão de Cultura da Câmara dos Deputados debateu hoje
(7) formas de financiamento para pequenas empresas de comunicação,
emissoras públicas e comunitárias. A deputada Jandira Feghali
(PCdoB-RJ), autora do requerimento para a audiência pública, sugeriu que
o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ofereça
linhas de financiamento a fundo perdido para desenvolver a comunicação
pública e alternativa no país.

Outra alternativa discutida na comissão foi a possibilidade de criação
de linhas de financiamento especiais para o setor, com juros menores.
“As mídias alternativas e livres são fundamentais sob a ótica da
cultura, porque essa diversidade cultural brasileira precisa ter meios
de difusão para a liberdade de pensamento do conhecimento, de
expressão”, disse a deputada.

A chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES,
Luciene Fernandes Gorgulho, explicou que os  recursos não reembolsáveis
do banco são pequenos e já são usados em grande parte com ações que já
vem sendo feitas há muitos anos, como apoio a ações de preservação do
patrimônio histórico brasileiro, apoio ao desenvolvimento de pesquisa e
inovação, ações de combate à fome e à pobreza. “A proposta é meritória,
mas esses recursos são utilizados em focos difíceis de descontinuar”.

A representante do BNDES apresentou as formas de financiamento que já
estão disponíveis para o setor cultural e audiovisual. Segundo ela, além
das linhas de crédito ao setor empresarial, o banco oferece fundos de
investimento e recursos para o setor cinematográfico. Ela lembrou o
apoio do BNDES ao desenvolvimento de séries de animação nacionais como
Peixonauta e Meu Amigaozão.

O presidente da Empresas Brasil de Comunicação (EBC), Nelson Breve,
destacou a necessidade de liberação da contribuição para o fomento à
radiodifusão pública, que está sendo questionado na Justiça e atualmente
já tem cerca de R$ 1,5 bilhão depositado em juízo. “Se não resolvermos o
problema do financiamento, vamos sempre ter dificuldade de competir com
as emissoras comerciais e disputar audiência. Nossa lei diz que não
podemos só fazer um tipo de comunicação que não chegue às pessoas,
precisamos disputar audiência e para isso precisamos de investimentos em
tecnologia, em conteúdo e isso requer recursos”, explicou.

Em março deste ano, a Justiça Federal considerou legal a contribuição
das empresas de telecomunicações para o fomento à radiodifusão pública,
mas o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel
Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) recorreu em segunda instância contra
a decisão. Do total dos recursos arrecadados, 75% serão destinados à
EBC; 2,5% à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); e 22,5% ainda
deverá ser regulamentado.

Breve também lembrou que as emissoras de televisão educativas e
comunitárias vão precisar de recursos para promover a sua digitalização.
“Se tivermos um apagão analógico nos próximos três anos, se não houver
uma política para fomentar a modernização e digitalizar todo o processo
de produção dessas emissoras, vamos ter  algumas que vão acabar
simplesmente, porque não haverá acesso ao público”.

A deputada Jandira Feghali disse que a comissão irá pedir uma audiência
com algum representante da diretoria do BNDES para discutir as formas
de financiamento para o setor e irá promover reuniões com a Secretaria
de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para debater a
destinação de verbas publicitárias do governo.

Edição: José Romildo

José Mujica enviará ao Parlamento o projeto da Lei de Meios

Portal EBC –
07.05.2013 – 16h27 | Atualizado em 07.05.2013 – 18h30



Presidente do Uruguai, José Mujica deve
encaminhar projeto sobre Lei de Meios esta semana ao Parlamento (Vince
Alongi / Creative Commons)

O presidente uruguaio, José Mujica, enviará nos próximos dias ao
Parlamento um projeto de lei de meios com cerca de 200 artigos. A
informação foi confirmada pelo deputado da Frente Ampla Aníval Pereya em entrevista à agência pública de notícias da Argentina, Télam.
Segundo Pereyra a lei estabelecerá regulação sobre permissões e
formação de grupos econômicos, além de direitos de audiência e direitos
de livre expressão. O projeto já está redigido e conseguiu no último
final de semana um grande respaldo do Movimento de Participação Popular
(MPP), o grupo da Frente Ampla mais votado nas eleições de 2009, ao qual
pertencem o presidente Mujica e sua esposa, a senadora Lucía
Topolansky.
“Trabalharemos com convicção em impulsionar a lei que assegura a
democratização dos meios massivos de comunicação”, expressa um dos
parágrafos da declaração emitida no Congresso do partido realizado neste
domingo (5).
A intenção do governo do presidente Mujica de estabelecer novas
regulações aos meios massivos de comunicação começou a ser trabalhada
desde o começo de seu mandato e os últimos detalhes do projeto foram
ajustados no início do ano.
A norma foi elaborada pelos ministérios da Industria e de Educação e
Cultura (MEC). Segundo fontes destas pastas, haverá uma forte ênfase em
remarcar a propriedade estatal do espectro radioelétrico, assim como
novas regulações em matéria de controles e diretivas para o bem estar
social, como as imagens de violência na televisão.

  • Direitos autorais: Creative Commons – CC BY 3.0

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