
Ação: Sertão Vivo
Objetivo: Oferecer melhores condições de vida e convívio no semiárido
Cidade: Orós – CE
Como ajudar: zvi@uol.com.br
Zé Vicente, José Vicente Filho é cearense da cidade de Orós, mais
precisamente do sítio Aroeiras, no distrito de Guassussê e sempre
militou na música católica. Atualmente também conquista um espaço
importante na área social com o projeto Sertão Vivo, localizado no seu
sítio.
precisamente do sítio Aroeiras, no distrito de Guassussê e sempre
militou na música católica. Atualmente também conquista um espaço
importante na área social com o projeto Sertão Vivo, localizado no seu
sítio.
Foi nessa Família de lavradores, gente simples, festiva, religiosa,
apaixonada pela poesia de Cordel e Luiz Gonzaga, que Zé Vicente foi
criado, e mesmo hoje, aos 53 anos e muitas viagens a serviço da arte,
mantém-se ligado ao seu lugar, sua gente, suas raízes. Nos intervalos da
agenda, lá vai ele, 450 quilômetros de estrada, para a roça, no Sítio
Aroeiras-Orós. Com irmãos, parentes, amigos e sua horta, adubada com
cartas recebidas de amigos (as) e admiradores (as), as árvores
sobreviventes, as quais chamam com os nomes de quem ama.
apaixonada pela poesia de Cordel e Luiz Gonzaga, que Zé Vicente foi
criado, e mesmo hoje, aos 53 anos e muitas viagens a serviço da arte,
mantém-se ligado ao seu lugar, sua gente, suas raízes. Nos intervalos da
agenda, lá vai ele, 450 quilômetros de estrada, para a roça, no Sítio
Aroeiras-Orós. Com irmãos, parentes, amigos e sua horta, adubada com
cartas recebidas de amigos (as) e admiradores (as), as árvores
sobreviventes, as quais chamam com os nomes de quem ama.
O Projeto Sertão Vivo tem suas raízes em 1997, quando Zé Vicente, poeta e
cantor, convidou artistas amigas e amigos, que vinham visitar o Sítio
Aroeiras, seu lugar de origem, para oferecer as crianças e jovens,
possibilidade de terem acesso a noções básicas de artes, saúde,
construção de instrumentos musicais, usando sucatas e elementos da
natureza, hortas e mudas etc.
cantor, convidou artistas amigas e amigos, que vinham visitar o Sítio
Aroeiras, seu lugar de origem, para oferecer as crianças e jovens,
possibilidade de terem acesso a noções básicas de artes, saúde,
construção de instrumentos musicais, usando sucatas e elementos da
natureza, hortas e mudas etc.
O objetivo do projeto é oferecer melhores condições de vida e convívio
no semiárido, para a comunidade local. “Os moradores precisam cultivar a
cultura do encantamento e do cuidado com a natureza, que é a nossa
grande e sagrada matriz”, defende Zé Vicente, que na letra de suas
músicas assume uma postura ecológica e mística.
no semiárido, para a comunidade local. “Os moradores precisam cultivar a
cultura do encantamento e do cuidado com a natureza, que é a nossa
grande e sagrada matriz”, defende Zé Vicente, que na letra de suas
músicas assume uma postura ecológica e mística.
A Casa de Artes ou o chamado Centro Sertão Vivo, um local muito simples,
com um poço e hoje já arborizado, herança da tia Zefa, irmã da Mãe
Suzana, tem sido um espaço de encontros e festinhas familiares, tendo
sempre como referência maior o cuidado e convívio com o meio ambiente no
semi-árido nordestino.
com um poço e hoje já arborizado, herança da tia Zefa, irmã da Mãe
Suzana, tem sido um espaço de encontros e festinhas familiares, tendo
sempre como referência maior o cuidado e convívio com o meio ambiente no
semi-árido nordestino.
Tudo conta no processo de amor que transforma o esterco e a sucata, em
adubo natural e instrumento musical, para tornar o Sertão mais Vivo e
sempre Lindo!
adubo natural e instrumento musical, para tornar o Sertão mais Vivo e
sempre Lindo!
Atualmente o Projeto Sertão Vivo, reúne, além dos familiares de Zé
Vicente, o poeta-cantor, idealizador encantado com a arte-vida no
sertão, outras (os) artistas, do Grupo de Arte-vida: Eliane Brasileiro
(cantora e arte-educadora), Conceição Almeida (teatro e assessora no
campo da sócio-economia solidária), Ivo Souza (artista plástico e
vídeo-educador), Stênio Pérsico (músico), Rafael Magnata (Mestre de
Capoeira Angola e Danças Afro-Regionais), Thiago Barros (Técnico
Agrícola), com sua esposa Nena, Ézio Barros e família, Maria dos Anjos e
Thaís Barros, esses últimos parentes e responsáveis pelos cuidados e
coordenação das atividades locais.
Vicente, o poeta-cantor, idealizador encantado com a arte-vida no
sertão, outras (os) artistas, do Grupo de Arte-vida: Eliane Brasileiro
(cantora e arte-educadora), Conceição Almeida (teatro e assessora no
campo da sócio-economia solidária), Ivo Souza (artista plástico e
vídeo-educador), Stênio Pérsico (músico), Rafael Magnata (Mestre de
Capoeira Angola e Danças Afro-Regionais), Thiago Barros (Técnico
Agrícola), com sua esposa Nena, Ézio Barros e família, Maria dos Anjos e
Thaís Barros, esses últimos parentes e responsáveis pelos cuidados e
coordenação das atividades locais.
Todos os custos e demais investimentos na Jornada de Arte, como em
outras atividades no âmbito do Projeto Sertão Vivo, tem sido de maneira
solidária e voluntária, com uma opção clara pela busca de apoios
informais, de pessoas e entidades, que oferecem cotas em dinheiro e/ou
materiais didáticos e de comunicação e memória, contribuições para
alimentação de monitores e lanches dos participantes, brindes (roupas,
brinquedos etc.), para o bazar.
outras atividades no âmbito do Projeto Sertão Vivo, tem sido de maneira
solidária e voluntária, com uma opção clara pela busca de apoios
informais, de pessoas e entidades, que oferecem cotas em dinheiro e/ou
materiais didáticos e de comunicação e memória, contribuições para
alimentação de monitores e lanches dos participantes, brindes (roupas,
brinquedos etc.), para o bazar.
Todos os artistas atuam voluntariamente, recebendo passagens,
hospedagem e, eventualmente, algum suporte financeiro, para outros
custos em viagens.
hospedagem e, eventualmente, algum suporte financeiro, para outros
custos em viagens.
“A arte, em suas várias expressões, é a bandeira principal, que
motiva, reúne e provoca”. Antes do início das atividades, Zé Vicente e
Eliane Brasileiro realizaram show na cidade de Dormentes (PE). Uma força
da arte solidária, cujos recursos arrecadados foram investidos na
Jornada. A dupla contou neste ano com o trabalho voluntário de Dida
Tomé, artista plástica, criadora de belíssimos cartões ecológicos cujo
trabalho é denominado de eco-ternura; e Carlita Souza, educadora e
militante social, vindas do Espírito Santo.
motiva, reúne e provoca”. Antes do início das atividades, Zé Vicente e
Eliane Brasileiro realizaram show na cidade de Dormentes (PE). Uma força
da arte solidária, cujos recursos arrecadados foram investidos na
Jornada. A dupla contou neste ano com o trabalho voluntário de Dida
Tomé, artista plástica, criadora de belíssimos cartões ecológicos cujo
trabalho é denominado de eco-ternura; e Carlita Souza, educadora e
militante social, vindas do Espírito Santo.
O Projeto Sertão tem como agenda a curto e médio prazo continuar com
várias atividades na área da arte-vida, como “Arraial de Arte na Roça”, a
Oficina de “Capacitação para jovens Pedreiros”, a Oficina “Cuidando da
Saúde”, com massoterapia e plantas medicinais visando à formação do
Grupo de Saúde Local, fortalecimento do Grupo de Capoeira Aroeira, que
atende crianças e adolescentes da área, a cada final de semana, já com
instrutor local. Cada atividade em curso visa capacitação de
protagonistas da comunidade local.
várias atividades na área da arte-vida, como “Arraial de Arte na Roça”, a
Oficina de “Capacitação para jovens Pedreiros”, a Oficina “Cuidando da
Saúde”, com massoterapia e plantas medicinais visando à formação do
Grupo de Saúde Local, fortalecimento do Grupo de Capoeira Aroeira, que
atende crianças e adolescentes da área, a cada final de semana, já com
instrutor local. Cada atividade em curso visa capacitação de
protagonistas da comunidade local.
O objetivo é continuar encantando gente, numa visão aberta, de
diálogo, entendimento, cuidado, comunhão e gratidão, com a mãe terra,
cultivando uma mística, ao mesmo tempo ancestral e atual, de admiração e
respeito pelas tradições e as fontes da vida, no Sertão deste
semi-árido nordestino e muito mais.
diálogo, entendimento, cuidado, comunhão e gratidão, com a mãe terra,
cultivando uma mística, ao mesmo tempo ancestral e atual, de admiração e
respeito pelas tradições e as fontes da vida, no Sertão deste
semi-árido nordestino e muito mais.
É neste sentido que a exclamação do jovem, através do boneco,
parafraseando o poeta Zé, traduz bem o clima de encantamento que a
Jornada de Arte Na Roça, produz na moçada: “A bosta da vaca é linda!…”
parafraseando o poeta Zé, traduz bem o clima de encantamento que a
Jornada de Arte Na Roça, produz na moçada: “A bosta da vaca é linda!…”
E o testemunho do Ivo Souza, no livro da casa: “… eis que aqui presenciei o milagre dos peixes, subindo os altos do sertão!”.
Saiba mais e como ajudar:
Projeto Sertão Vivo
Município de Orós
Zé Vicente (85)9997.6177
zvi@uol.com.br
O novo CD de Zé Vicente já está nas Lojas Paulinas “Zé Vicente da Esperança”,
O novo CD de Zé Vicente já está nas Lojas Paulinas Brasil!
“Zé Vicente da Esperança”, mais um trabalho a serviço da vida e da
esperança. Uma das canções chama-se Ciranda do Menino Deus. Ouça/Assista AQUI
Zé Vicente fala do novo cd que está por vir! Mais um lançamento da Gravadora Paulinas-COMEP
Zé Vicente da Esperança, um canto de amor!
Um som pontuado de poemas e cores, das boas coisas de nossa terra, ao
ritmo popular e bem brasileiro. É Zé Vicente nos brindando de novo com
rimas que falam de amor, esperança, ecologia, diálogo entre raças e
tradições religiosas…
ritmo popular e bem brasileiro. É Zé Vicente nos brindando de novo com
rimas que falam de amor, esperança, ecologia, diálogo entre raças e
tradições religiosas…
Cearense, da roça de Orós, “naturalmente ecológico”,
compositor-cantor, poeta popular, arte-educador… Zé Vicente é acima de
tudo um artista em sintonia com a caminhada de seu povo e que, por meio
da arte, vive em busca da construção permanente de relações de
solidariedade, identidade cultural, valores igualitários, respeito à
vida no meio ambiente, e ao próximo seja humano ou em qualquer ser
vivo.
compositor-cantor, poeta popular, arte-educador… Zé Vicente é acima de
tudo um artista em sintonia com a caminhada de seu povo e que, por meio
da arte, vive em busca da construção permanente de relações de
solidariedade, identidade cultural, valores igualitários, respeito à
vida no meio ambiente, e ao próximo seja humano ou em qualquer ser
vivo.
Hoje, com mais de 30 anos de trajetória artística musical, Zé Vicente
lança o CD Zé Vicente da Esperança, seu 13º álbum pela gravadora
Paulinas-Comep. “Minha esperança é que esse CD seja de fato um marco na
caminhada dos jovens e de todo o povo que busca uma fé madura e
comprometida com as transformações sociais nesses tempos de tantos
desafios” afirma o cantor.
lança o CD Zé Vicente da Esperança, seu 13º álbum pela gravadora
Paulinas-Comep. “Minha esperança é que esse CD seja de fato um marco na
caminhada dos jovens e de todo o povo que busca uma fé madura e
comprometida com as transformações sociais nesses tempos de tantos
desafios” afirma o cantor.
O álbum traz 14 canções inéditas, músicas com um tom festivo, poesias,
rimas e ritmos populares “são músicas populares celebrativas e
culturais” como ele mesmo diz.
rimas e ritmos populares “são músicas populares celebrativas e
culturais” como ele mesmo diz.
Cada canção nasce de experiências do compositor, no dia a dia, nas
estradas, em movimentos populares, encontros, oficinas e cursos dos
quais participa. O som é pontuado de sotaques regionais, das boas
coisas de nossa terra, ao ritmo do samba, do baião e maracatu,
misturando acordeom, metais, sopro, cordas e percussão. As letras e
rimas falam de esperança, ecologia, cidadania, justiça, diálogo entre
raças e tradições religiosas. São músicas que trazem grande riqueza
cultural e rítmica.
estradas, em movimentos populares, encontros, oficinas e cursos dos
quais participa. O som é pontuado de sotaques regionais, das boas
coisas de nossa terra, ao ritmo do samba, do baião e maracatu,
misturando acordeom, metais, sopro, cordas e percussão. As letras e
rimas falam de esperança, ecologia, cidadania, justiça, diálogo entre
raças e tradições religiosas. São músicas que trazem grande riqueza
cultural e rítmica.
Na primeira faixa do CD o público pode conferir a canção “Samba
social”,parceria com o mineiro, Pe. Zé Antonio, um samba alegre,
otimista e cadenciado, que promove a cidadania e a justiça em defesa dos
direitos sociais, o refrão diz “Defender o direito. Respeitar a
justiça. Promover a vida. Eis a nossa missão”. Já na música “Bendição” o
ritmo gostoso do baião e a letra em rima exaltam a natureza e o amor do
criador por todas as coisas “Bendita e amada seja, na natureza. Toda
beleza que com certeza. O Deus da vida assim criou”.
social”,parceria com o mineiro, Pe. Zé Antonio, um samba alegre,
otimista e cadenciado, que promove a cidadania e a justiça em defesa dos
direitos sociais, o refrão diz “Defender o direito. Respeitar a
justiça. Promover a vida. Eis a nossa missão”. Já na música “Bendição” o
ritmo gostoso do baião e a letra em rima exaltam a natureza e o amor do
criador por todas as coisas “Bendita e amada seja, na natureza. Toda
beleza que com certeza. O Deus da vida assim criou”.
Na faixa onze em “O grito é paz” surge uma balada ,um hino pela paz e
pelo respeito às diferenças “De todos os cantos da terra, um só grito
se faz ouvir. Em todas a línguas e povos todos hão de perceber… O grito é
paz! O grito é paz.”,na interpretação, Emmanuel,irmão do saudoso cantor
Jessé, traz passa emoção e brilho.
pelo respeito às diferenças “De todos os cantos da terra, um só grito
se faz ouvir. Em todas a línguas e povos todos hão de perceber… O grito é
paz! O grito é paz.”,na interpretação, Emmanuel,irmão do saudoso cantor
Jessé, traz passa emoção e brilho.
Neste trabalho, o tempero do regionalismo vem das mãos de Osvaldinho
do Acordeon, do arranjador Luiz Antonio Karam, dos músicos participantes
Adeíldo Lopes, Ocimar de Paula e Tico Delisa Nos solos,mais duas
convidadas: Raquel Passos,cantora capixaba e Ana Paula fsp, do Grupo
Chamas. Nos vocais: Maria Diniz, Rita Kfouri, Paulinho Campos e
Emmanuel.
do Acordeon, do arranjador Luiz Antonio Karam, dos músicos participantes
Adeíldo Lopes, Ocimar de Paula e Tico Delisa Nos solos,mais duas
convidadas: Raquel Passos,cantora capixaba e Ana Paula fsp, do Grupo
Chamas. Nos vocais: Maria Diniz, Rita Kfouri, Paulinho Campos e
Emmanuel.
Zé Vicente da Esperança confirma como sobrenome sua marca principal
na arte. Canta de forma celebrativa a fé, a resistência e a esperança
junto ao seu povo. O CD esta disponível em todas as livrarias Paulinas
pelo Brasil.
na arte. Canta de forma celebrativa a fé, a resistência e a esperança
junto ao seu povo. O CD esta disponível em todas as livrarias Paulinas
pelo Brasil.
Leia também: Beleza e Justiça se abraçam na obra de Zé Vicente. AQUI
