Thiago Paulino,
O artigo está republicado no blog da Ação Cultural e com outros links publicados sobre o tema.
Em termos de contribuição para a qualificação do debate, penso que outros colegas da academia podem escolher o tema PRECAJU para pesquises e análises nos campos da economia, das ciências sociais, da comunicação e etc..
Da parte do Fórum em Defesa da Grande Aracaju já sugeri, para fortalecer argumentos, que buscassem conhecer outras experiências de transferências de local de festas como essa, citei o exemplo da cidade do Recife.
Importante lembrar que, a redução para três dias de festa já é um grande avanço e fruto também da luta da sociedade civil, além de questões inerentes ao próprio negócio. Embora o tempo para instalação e desinstalação da estrutura, seja um problema bastante reclamado.
Por último, eu também já fui ao PRECAJU em especial no tempo da realização dos grandes shows na concentração final do desfile dos blocos e não sou contra a festa em si, a questão fundamental para mim, além do transtorno para a cidade, é o uso de recursos públicos sem uma grande contrapartida cultural e social, salvo as migalhas que você e outros tão bem relatam.
Por final, a questão é politica também, se o grupo que estivesse a frente do PRECAJU não “trabalhasse” esse aspecto, não conseguiria sustentar um negócio tão cheio de contradições e incoerências.
No mais, o papel da cidadania ativa é este mesmo. Me lembra o movimento “Não vai ter copa” , claro que haverá, porém não será como antes.. Nem no Brasil e nem em outro lugar.
Zezito de Oliveira